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Correio da Manhã

Cultura

Maior Feira do Livro de sempre

Iniciativas diversas, como demonstrações culinárias, para atrair público.
Sandra Rodrigues dos Santos 29 de Maio de 2015 às 19:40
Livros a preços de saldo são chamariz para quem visita a feira
Livros a preços de saldo são chamariz para quem visita a feira FOTO: José Sena Goulão/Lusa

A 85.ª edição da Feira do Livro de Lisboa, que começou ontem, "é a maior de que há registo", sublinhou Fernando Medina, presidente da câmara da capital, durante a cerimónia de inauguração. O primeiro dia da iniciativa registou uma boa afluência, embora a maior enchente esteja prevista para o fim de semana.

Para Fernando Medina, a dimensão desta Feira do Livro era impensável "há dez ou 15 anos, quando se debatia a revolução digital", frisando que "nada substitui a magia do livro".

Já o presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), João Alvim, realçou o esforço feito pelos empresários "num tempo de incerteza e mudança", caracterizado por "alterações no retalho, pelo comércio concentrado, desrespeito pela lei do preço fixo, pelos desafios colocados pelos novos media, a pirataria e a lei do copyright".

Os pavilhões montados pelo Parque Eduardo VII esperam receber mais de 600 mil visitantes até 14 de junho, o dia do encerramento.

Os livros são os protagonistas deste evento, mas este ano haverá, também um espaço dedicado à gastronomia, com a instalação de uma cozinha onde se irão realizar algumas demonstrações de culinária. No meio dos pavilhões, haverá também carrinhas de comida de rua.

A feira pode ser visitada diariamente entre as 12h30 e as 23h00 e às sextas e sábados até às 24h00.

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