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Manuela Couto viaja no tempo em Lisboa

Fernando Gomes dirige comédia de portas, passada entre 1998, 2018 e 2038, em cena no Casino Lisboa.

16 de abril de 2018 às 01:30

O dramaturgo britânico Alan Ayckbourn escreveu a peça em 1994, a Comuna levou-a à cena três anos depois (com o título ‘Portas Comunicantes’) e agora a UAU volta a montá-la, no Auditório dos Oceanos, mas chama-lhe ‘Suite 647’.

O espetáculo, acabado de estrear no Casino Lisboa, é uma comédia de portas - com um entra e sai permanente de personagens, mas aqui com uma nuance inesperada: entra--se e sai-se em anos diferentes, numa viagem no tempo que oscila entre 1998, 2018 e 2038.

Fernando Gomes, que dirige o espetáculo, admite que é um texto exigente, que implicou uma "marcação muito rigorosa", mas não tem palavras para o ambiente gerado pelo elenco. "Os atores foram incríveis, dedicaram-se completamente ao projeto e como são pessoas fantásticas criou-se um clima de animação e cumplicidade", diz o encenador, que espera contagiar o público com a roda-viva de surpresas e alegria.

A grande ‘responsável’ pela "loucura" é a atriz Manuela Couto, que interpretou o espetáculo da Comuna e agora, quando a UAU lhe pediu peças para levar à cena, sugeriu esta. "É uma peça fantástica, um grande exercício para os atores e, apesar da dificuldade, divertimo-nos muito".

Além de Manuela Couto, o elenco tem Jorge Corrula, Sissi Martins, Ruben Madureira, Sérgio Praia e Gabriela Barros, numa história que inclui um homem rico, o seu sócio assassino, duas mulheres mortas (ou talvez não) e uma prostituta dominatrix.

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