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Maria Rueff e José Pedro Gomes juntos em ‘Fuga’

O encenador Fernando Gomes garante que este espectáculo não é político, nem sequer pretende ter mensagem. ‘Fuga’, que estreia quarta-feira às 21h30 no Teatro Tivoli, Lisboa, “quer ‘apenas’ divertir as pessoas”, diz o criador que volta a colaborar com a UAU depois de ‘Apanhados na Rede’, o último espectáculo em que António Feio trabalhou. Mas pode haver quem faça outras interpretações.

26 de outubro de 2011 às 01:00

O espectáculo - baseado na peça homónima do catalão Jórdi Galcerán - é protagonizado por José Pedro Gomes e Maria Rueff, que voltam a trabalhar juntos nove anos depois de ‘Inox', para dar corpo a dois vigaristas. Um de colarinho branco, outra de chinela no pé.

"Nunca gostei de interpretar personagens mázinhas, mas lá aconteceu...", diz Maria Rueff, ao que José Pedro Gomes acrescenta que, embora ainda não tenha um ministro em que se inspire directamente, a sua personagem é "uma súmula de vários". 

"O meu ministro é corrupto mas como todos sabem os ministros não roubam. Subtraem... No fundo, queremos divertir as pessoas o mais possível. Fazê-las esquecer os verdadeiros ministros - esses nada divertidos", diz José Pedro Gomes.

A tentar criar mais uma dupla para os palcos nacionais, numa coisa ambos os actores estão de acordo: nada será o mesmo depois de António Feio.

"É mais difícil encontrar par do que um marido ou uma paixão. Leva anos a afinar e fazê-la funcionar é como pôr uma orquestra a tocar", diz Maria Rueff.

‘Fuga' conta ainda com interpretações de Jorge Mourato, João Maria Pinto e e Sónia Aragão.

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