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Correio da Manhã

Cultura
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Nove filmes de Elizabeth Taylor voltam ao grande ecrã (COM FOTOS)

No total são nove as obras que vão passar no Museu da Cinema, para recordar os olhos violeta e o enorme talento de Elizabeth Taylor. A diva do cinema clássico, que morreu no dia 23 de Março aos 79 anos, vítima de uma insuficiência cardíaca, deixou a sua marca nos anos de ouro de Hollywood, vencendo duas estatuetas douradas para Melhor Actriz.
31 de Maio de 2011 às 17:14
Fez uma pequena participação na comédia 'Flintstones', em 1994
Actriz manteve o porte majestoso muito depois de a sua carreira entrar em colapso
Elizabeth Taylor começou a fazer filmes durante a infância e foi uma das 'Mulherzinhas' no filme de 1949
Voltou a filmar com o realizador George Stevens em 1956, sendo o objecto de desejo de James Dean em 'O Gigante'
Segundo Óscar de Melhor Actriz chegou em 1967, graças ao drama 'Quem tem Medo de Virginia Woolf?', em que Taylor e Burton interpretavam um casal de alcoólicos
Richard Burton foi o grande amor da vida da actriz. Além de contracenarem em alguns filmes, casaram-se duas vezes
Michael Jackson era um dos seus grandes amigos e a morte do cantor foi um golpe duro para a actriz
Elizabeth Taylor foi mais sensual do que era habitual em 1959 em 'Bruscamente no Verão Passado'
Foi 'Cleopatra' na longuíssima-metragem com o mesmo nome em que contracenou com o seu conturbado amor Richard Burton
'Gata em Telhado de Zinco Quente' foi o filme em que era a mulher do impotente Paul Newman. A sua interpretação fez jus ao título da obra
Afastou-se do cinema, mas foi recompensada pela Academia de Hollywood com o prémio Jean Hersholt em 1993, devido às iniciativas a favor das vítimas de sida
A judia 'Rebecca' em 'Ivanhoe' só contribuiu para torná-la uma das mulheres mais desejadas do Mundo
Larry Fortensky (à esquerda) foi o sétimo e último marido da actriz americano-britânica
Papel de prostituta em 'Butterfield 8' valeu-lhe o primeiro Óscar de Melhor Actriz em 1961
Rosto de Elizabeth Taylor foi imortalizado numa célebre pintura assinado por Andy Warhol em 1963
Ao lado de Montgomery Cliff, foi em 1951 a 'menina bem' de 'Um Lugar ao Sol'
Fez uma pequena participação na comédia 'Flintstones', em 1994
Actriz manteve o porte majestoso muito depois de a sua carreira entrar em colapso
Elizabeth Taylor começou a fazer filmes durante a infância e foi uma das 'Mulherzinhas' no filme de 1949
Voltou a filmar com o realizador George Stevens em 1956, sendo o objecto de desejo de James Dean em 'O Gigante'
Segundo Óscar de Melhor Actriz chegou em 1967, graças ao drama 'Quem tem Medo de Virginia Woolf?', em que Taylor e Burton interpretavam um casal de alcoólicos
Richard Burton foi o grande amor da vida da actriz. Além de contracenarem em alguns filmes, casaram-se duas vezes
Michael Jackson era um dos seus grandes amigos e a morte do cantor foi um golpe duro para a actriz
Elizabeth Taylor foi mais sensual do que era habitual em 1959 em 'Bruscamente no Verão Passado'
Foi 'Cleopatra' na longuíssima-metragem com o mesmo nome em que contracenou com o seu conturbado amor Richard Burton
'Gata em Telhado de Zinco Quente' foi o filme em que era a mulher do impotente Paul Newman. A sua interpretação fez jus ao título da obra
Afastou-se do cinema, mas foi recompensada pela Academia de Hollywood com o prémio Jean Hersholt em 1993, devido às iniciativas a favor das vítimas de sida
A judia 'Rebecca' em 'Ivanhoe' só contribuiu para torná-la uma das mulheres mais desejadas do Mundo
Larry Fortensky (à esquerda) foi o sétimo e último marido da actriz americano-britânica
Papel de prostituta em 'Butterfield 8' valeu-lhe o primeiro Óscar de Melhor Actriz em 1961
Rosto de Elizabeth Taylor foi imortalizado numa célebre pintura assinado por Andy Warhol em 1963
Ao lado de Montgomery Cliff, foi em 1951 a 'menina bem' de 'Um Lugar ao Sol'
Fez uma pequena participação na comédia 'Flintstones', em 1994
Actriz manteve o porte majestoso muito depois de a sua carreira entrar em colapso
Elizabeth Taylor começou a fazer filmes durante a infância e foi uma das 'Mulherzinhas' no filme de 1949
Voltou a filmar com o realizador George Stevens em 1956, sendo o objecto de desejo de James Dean em 'O Gigante'
Segundo Óscar de Melhor Actriz chegou em 1967, graças ao drama 'Quem tem Medo de Virginia Woolf?', em que Taylor e Burton interpretavam um casal de alcoólicos
Richard Burton foi o grande amor da vida da actriz. Além de contracenarem em alguns filmes, casaram-se duas vezes
Michael Jackson era um dos seus grandes amigos e a morte do cantor foi um golpe duro para a actriz
Elizabeth Taylor foi mais sensual do que era habitual em 1959 em 'Bruscamente no Verão Passado'
Foi 'Cleopatra' na longuíssima-metragem com o mesmo nome em que contracenou com o seu conturbado amor Richard Burton
'Gata em Telhado de Zinco Quente' foi o filme em que era a mulher do impotente Paul Newman. A sua interpretação fez jus ao título da obra
Afastou-se do cinema, mas foi recompensada pela Academia de Hollywood com o prémio Jean Hersholt em 1993, devido às iniciativas a favor das vítimas de sida
A judia 'Rebecca' em 'Ivanhoe' só contribuiu para torná-la uma das mulheres mais desejadas do Mundo
Larry Fortensky (à esquerda) foi o sétimo e último marido da actriz americano-britânica
Papel de prostituta em 'Butterfield 8' valeu-lhe o primeiro Óscar de Melhor Actriz em 1961
Rosto de Elizabeth Taylor foi imortalizado numa célebre pintura assinado por Andy Warhol em 1963
Ao lado de Montgomery Cliff, foi em 1951 a 'menina bem' de 'Um Lugar ao Sol'

A actriz, que “chegou” atrasada ao seu funeral (por ser uma das suas derradeiras vontades em vida...), também saltou para as páginas das revistas cor-de-rosa devido aos seus oito casamentos - dois dos quais, em 1974 e 1976, com o actor Richard Burton.

"Descobres quem são os teus verdadeiros amigos quando te vês envolvida num escândalo", disse numa entrevista.

Agora, a Cinemateca faz a merecida vénia a Elizabeth Taylor num ciclo de luxo e numa oportunidade de rever alguns dos seus melhores trabalhos num grande ecrã.

O arranque da série ‘In Memoriam Elizabeth Taylor’ é já esta noite (21h30), com a exibição do excelente ‘Bruscamente no Verão Passado’, uma grandiosa adaptação da obra de Tennessee Williams, dirigida por Joseph L. Mankiewicz. Taylor é uma mulher presa num sanatório, que está à beira de uma lobotomia. Pelo meio, escondem-se muitos segredos e um jogo de ciúmes com a veterana Katharine Hepburn. Há quem diga que este é um dos melhores desempenhos da estrela de ‘Cleópatra’.

Segue-se, esta quinta-feira (19h00), ‘Mulherzinhas’, uma das primeiras obras de Taylor, que resulta numa adaptação do célebre clássico literário de Louisa May Alcott, com a sumptuosidade da MGM. O filme venceu o Óscar de Melhor Direcção Artística.

‘Reflexo Num Olho Dourado’, de John Huston, é a terceira obra a passar na Cinemateca (segunda, dia 6, às 21h30). A estrela é Marlon Brando, mas Liz Taylor também impressiona pela placidez, numa acção polémica por abordar a história de um oficial do exército que descobre de forma trágica a sua homossexualidade.

No dia 8, quarta-feira, passa outro filme de peso: ‘O Gigante’, que deu nas vistas por ser a derradeira obra de James Dean. Esta saga familiar, que gira em torno do petróleo, coloca Taylor e Rock Hudson a viverem uma longa história de amor.

‘Gata em Telhado de Zinco Quente’, nova adaptação de Tennesse Williams, foi outro papel voraz de Taylor que, ao lado de um dúbio (mas excelente) Paul Newman, se supera às ordens de Richard Brooks. O filme passa terça-feira, dia 14, às 19h00.

O ciclo prossegue com títulos como ‘A Nobreza Corre nas Veias’ (quinta, dia 15, às 19h00), ‘Cerimónia Secreta’ (sexta, dia 17, 21h30) e ‘Quem Tem Medo de Virginia Woolf?’ (dia 27, às 19h00). Este último título é talvez o seu papel mais ousado (e melhor!), dado que Taylor se transfigura numa mulher que vive uma relação turbulenta com o marido (Richard Burton). Num belíssimo preto e branco, o filme retrata um inferno familiar, com as neuroses a virem ao de cima, num ritmo impróprio para cardíacos. Taylor recebeu o seu segundo Óscar de Melhor Actriz, depois de ‘Butterfield 8’ (estranhamente ausente desta revisitação de carreira).

Por fim, a Cinemateca passa ‘Um Lugar ao Sol’ no dia 30, quinta-feira, pelas 19h00. Muito bela e jovem, Taylor contracena com Montgomery Clift, um jovem em busca de ascensão social. Óscar de Melhor Fotografia.

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