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Oeiras mostra raízes nacionais com o Festival Sons da Terra

Sons da Terra celebra a nossa cultura e origens com música, artesanato e gastronomia.

16 de julho de 2019 às 08:44

Do Rancho Folclórico da Mugideira a Ana Moura, dos Pauliteiros de Miranda a Vitorino. O Sons da Terra assume-se como o festival mais português de Portugal, reunindo durante três dias, em Oeiras, o melhor que existe de norte a sul do País.

Entre sexta-feira (dia 19) e domingo, a Fábrica da Pólvora, em Barcarena, recebe muita música, mas também artes performativas, artesanato, trajes regionais e gastronomia. Um evento apoiado pela C.M. de Oeiras que concretiza um sonho antigo de Diogo Clemente.

"É uma oportunidade para as famílias coexistirem com tudo aquilo que faz parte da nossa estrutura tradicional. Os visitantes podem viver o País inteiro, do Algarve a Bragança, no mesmo local", explica o criador do festival, que destaca a variedade do cartaz. "É a celebração do mundo que é Portugal, um País forrado dos melhores festivais. O Sons da Terra vem colmatar a ausência de um que reunisse todos estes conteúdos, esta saudade", revela, acrescentando que o evento é para continuar. "A ideia é torná-lo numa festa anual, como o Carnaval."

A entrada no primeiro dia do festival é gratuita. Sábado e domingo os bilhetes custam entre 3 euros e 5 euros (sem ou com acesso ao palco principal) e 9 euros (passe).

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