Escrita pelos Os Quatro e Meia e gravada originalmente por Luís Trigacheiro, "Quem Me Vê" regressa agora numa nova versão interpretada em conjunto.
Os Quatro e Meia regressam aos álbuns de estúdio seis anos depois de "O Tempo Vai Esperar", contando com uma colaboração inédita de Luís Trigacheiro, anunciou hoje a banda de Coimbra.
"Mais do que um novo álbum, este disco surge da vontade de reunir uma história que foi sendo escrita ao longo dos últimos seis anos. Uma história feita de canções, encontros e pessoas".
De acordo com a banda, o novo disco será revelado nos próximos meses e reunirá novas canções, assim como "muitos dos temas editados ao longo dos últimos anos, canções que cresceram de forma independente, conquistaram milhões de audições e passaram a fazer parte da vida de milhares de pessoas".
Às canções já conhecidas, "Olá Solidão", "Amanhã", "Guarda a Tua Alma", "Na Escola", "Meu Amor, Dorme Bem", "Terraplanismo", "Tiques de Rico" e "Saudade" ft. Miguel Araújo, que integrarão o novo álbum, junta-se agora "Quem Me Vê", uma colaboração inédita com Luís Trigacheiro.
Escrita pelos Os Quatro e Meia e gravada originalmente por Luís Trigacheiro, "Quem Me Vê" regressa agora numa nova versão interpretada em conjunto, reunindo pela primeira vez quem a escreveu e quem a levou até ao grande público.
"Há uma pergunta que atravessa a nossa história: quem nos trouxe até aqui? A 'Quem Me Vê' nasce precisamente dessa reflexão. Somos feitos das pessoas que vieram antes de nós, dos amigos, da família, dos lugares onde crescemos e das histórias que fomos acumulando pelo caminho. Talvez por isso esta tenha sido a canção certa para oficializar este novo álbum", afirmaram Os Quatro e Meia.
Segundo a banda de Coimbra, a escolha ganha ainda mais significado pela própria história da música.
"Foi um orgulho enorme ver o Luís aceitar esta canção em 2022 e fazer dela um single de ouro. Agora, regressa a casa e vamos cantá-la a sete vozes", acrescentaram.
Já Luís Trigacheiro evidenciou que sentiu "amor imediato" pela música que lhe foi enviada para gravar no seu primeiro álbum.
"Esta canção é sempre uma das mais cantadas nos meus concertos. Acho que todos nós nos identificamos com a mensagem que ela traz. Somos todos a herança de tanta gente", afirmou.
Luís Trigacheiro vincou ainda que Os Quatro e Meia são um projeto que admira muito e que ouvia mesmo antes de os conhecer.
"É admirável como conseguem, com a vida dupla que têm, entregar tanto com o pouco tempo que têm. Para eles, os dias deviam ter 48 horas. Esta canção vai ganhar uma cor nova e eu sei que as pessoas vão gostar desta nossa junção", sustentou.
Depois de terem passado pelas maiores salas do país, Os Quatro e Meia regressam "a uma dimensão mais próxima com a digressão acústica Interior', que passará por cidades de norte a sul e levará a banda de Coimbra de volta a salas mais intimistas, reforçando a ligação de proximidade que sempre esteve na origem do projeto".
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