A Maria Paciência e o Zé Povinho inscreveram-se nu-ma escola de feitiçaria. Querem aprender truques de magia, porque Portugal está tão mal que já nem com milagres lá vai!
Está dado o mote para a nova Revista à Portuguesa de Hélder Freire Costa, que este ano comemora quatro décadas de carreira teatral e que, contra tudo e contra todos, insiste em dar vida ao Parque Mayer.
Amanhã à noite, o empresário estreia no Teatro Maria Vitória, em Lisboa, ‘Arre Potter qu’é demais!’ – um espectáculo que, entre outras novidades, nos traz o nome de Herman José como autor de ‘sketches’ revisteiros.
E se Odete Santos é repetente nestas andanças (nos bastidores do Maria Vitória toda a gente diz que “a doutora é o máximo” e ninguém quer dispensar a sua presença), Mónica Sintra dá aqui os seus primeiros passos como actriz (ver caixa) e como cabeças de cartaz surgem dois nomes... inesperados.
POR MÉRITO PRÓPRIO
Carla Andrino – actriz que o grande público conhece da série ‘Malucos do Riso’ e de outras intervenções humorísticas no pequeno ecrã – atinge, finalmente, o estatuto de primeira figura da Revista à Portuguesa. Um lugar amplamente merecido, dada a quantidade e qualidade do trabalho que tem desenvolvido no Parque Mayer.
Já o seu par, Heitor Lourenço, pode suscitar mais surpresa junto dos fiéis da Revista. O actor que vimos recentemente na ‘sitcom’ ‘Santos da Casa’, ao lado de Nicolau Breyner e Rita Blanco (mas que também deu nas vistas nas séries ‘Camilo, o Pendura’, da mesma RTP, e ‘Bons Vizinhos’, da TVI), está a fazer Revista pela segunda vez e já chegou a cabeça de cartaz!
Mais uma aposta de Hélder Freire Costa que o público dirá se é ganha ou não...
De resto, com direcção plástica de José Costa Reis – que assina cenários e figurinos de ‘Arre Potter’ – o público pode esperar momentos de absoluto deslumbre, mesmo tendo em conta o tamanho, mínimo, do palco do Maria Vitória.
O espectáculo, encenado por Mário Raínho, traz ainda uma surpresa chamada Raquel Tavares. A jovem revelação do fado tem uma voz poderosíssima, que vai deixar toda a gente com pele de galinha.
'A REVISTA É MUITO EXIGENTE PARA O ACTOR'
Heitor Lourenço fez a sua estreia como actor de Revista ao lado de Maria João Abreu e José Raposo, no espectáculo ‘Tem a Palavra a Revista’. Adorou a experiência, mas admite que está em pânico por se ver, de repente, como cabeça de cartaz. “É um susto, até porque a Revista é extremamente exigente para o actor. Temos de nos entregar a 200 por cento. Temos vários ‘sketches’ e, para cada um deles, uma personagem diferente, uma coreografia nova e uma canção!”. Com ampla experiência de palco, o actor diz-se desejoso que chegue a hora de estreia. “A Revista só está pronta quando há contracena com o público... Só no palco é que aparecem os ritmos certos de actuação”.
A REALIZAÇÃO DE UM SONHO
Mónica Sintra que, para além de cantar duas canções em ‘Arre Potter’ também se estreia como actriz no palco do Maria Vitória, confessa que concretiza esta noite um sonho de longa data. “Gosto muito de Revista à Portuguesa e sempre ambicionei entrar num espectáculo destes... Sinceramente, nunca acreditei que isto fosse possível e estou felicíssima com esta oportunidade”. A jovem cantora, habituadíssima que está ao contacto com o público, diz que, mesmo assim, está nervosa com a estreia de amanhã. Durante os ensaios, tive alguma dificuldade em encontrar um registo vocal que fosse adequado à Revista... A projecção exigida é enorme. Espero ter encontrado, e espero que o público goste. Sei que é uma grande responsabilidade e espero estar à altura”.
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