Antigo jogador do Braga decisivo na vitória do Cluj

Um 'bis' de Rafael Bastos surpreendeu o Sporting de Braga de José Peseiro (2-0), num duelo em que os minhotos tiveram posse avassaladora de bola mas pouca arte para enganar o guarda-redes Mário Felgueiras.

19 de setembro de 2012 às 22:11
Sporting de Braga, Cluj, Rafael Bastos, Liga dos Campeões, Champions, Ruben Micael, Custódio, Futebol, Nuno André Coelho, José Peseiro, Roménia Foto: Manuel Araújo
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Com o triunfo desta quarta-feira, o Cluj somou a segunda vitória em seis participações na fase de grupos da Liga dos Campeões - a última foi em 2009, em casa da Roma (2-1). Já os minhotos entram com o pé esquerdo na prova e deixaram fugir a oportunidade de encaixar um milhão (vitória) ou 500 mil euros (empate), diante do adversário teoricamente mais acessível do Grupo H.

Esperava-se mais do Sporting de Braga na defesa e um pouco menos do Cluj no ataque. A partir daí, é fácil perceber o triunfo dos romenos. A equipa do Cluj jogou quase sempre nos seus domínios, e sem futebol de encher o olho, mas soube aproveitar os erros que os minhotos cometeram, marcando dois golos nas primeiras opotunidades de que dispuseram, ainda antes do intervalo.

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O jogo até faz lembrar uma fábula de queda e ascenção. Depois de ter sido dispensado e pouco apreciado em Braga, onde jogou de Janeiro a Julho de 2010, o criativo Rafael Bastos puxou dos seus galões de vingador e gelou a “pedreira” em noite de 30 graus.

Primeiro, o brasileiro deu a melhor resposta a uma assistência de Sougou, que tinha fugido com uma flecha na direita - Beto nada podia fazer para travar o remate de raiva de Bastos. Depois, deu o golpe final no orgulho dos minhotos, ultrapassando vários jogadores e deixando Nuno André Coelho colado ao chão, antes de rematar para o fundo da baliza dos locais.

Ruben Micael, sobretudo ele, tentou contrariar a vantagem romena e combater a intranquilidade que se apoderou dos colegas. Fez de tudo para alimentar a gula de Éder. Também rematou e testou os reflexos de Mário Felgueiras, assim como Custódio, incansável a lançar 'bombas' do meio-campo.

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No fim, Hélder Barbosa disparou com força ao alvo. Em vão, porque Mário Felgueiras, o guarda-redes português do Cluj, esteve sempre atento.

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