Bruno morreu de arritmia
O relatório da autópsia ao ciclista Bruno Neves não confirmou a hipótese de a morte do atleta da ex-LA-MSS estar ligada a qualquer tipo de substância dopante – e aponta para "causa natural".
"Os exames complementares esclarecem que a morte de Bruno Neve poder ter sido de insuficiência respiratória aguda, consecutiva de arritmia cardíaca", pode ler-se no documento do Gabinete de Medicina Legal de Penafiel a que o CM teve acesso.
O mesmo relatório diz ainda que não foi encontrado no corpo do atleta "a presença de álcool, de drogas de abuso, de esteróides anabolizantes, nem de efedrina, revelando apenas a presença de paracetamol".
Também não foram "encontradas lesões traumáticas mortais", o que significa que a morte pode ter ocorrido antes da queda. O documento, que sossegou a família, já está na posse do Ministério Público de Amarante.
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