Féher morreu há sete anos
Completa-se esta terça-feira o sétimo aniversário da morte de Miklos Féher, o jogador do Benfica que morreu a 25 de Janeiro de 2004 em Guimarães.
O jogo entre o Benfica e o Guimarães estava perto do fim, quando o jogador húngaro, após impedir um lançamento de linha lateral, vê um cartão amarelo. Por ironia do destino, Féher ri, um sorriso rasgado, e cai inanimado no relvado. Daí para a frente seguiram-se técnicas de reanimação, que se revelaram infrutíferas. O jogador, que na altura tinha 24 anos, foi rapidamente transportado para o hospital, onde já chegou sem vida.
O jogo parou, ninguém mais tocou na bola e o árbitro deixou os minutos correr até ao apito final. O dia ficou gravado para sempre na memória dos que testemunharam a tragédia no local e todos os adeptos de futebol. O Benfica retirou para sempre o número 29 das camisolas do clube, em homenagem ao jogador húngaro.
Sete anos depois do fatídico dia, a memória de Féher continua presente. Em Gyor, cidade húngara onde nasceu e que o viu despontar para o futebol, um museu guarda intactas as memórias do avançado.
Nascido a 20 de Julho de 1979, Féher começou a carreira profissional na época 1995/1996 no Gyor. Em 1998/1999 ruma a Portugal para vestir a camisola do FC Porto. Sem se conseguir impor na equipa azul-e-branca, é emprestado ao Sp. Braga e ao Salgueiros, antes de ser cedido a título definitivo ao Benfica, na época 2002/2003. A 25 de Janeiro de 2004, a sua vida é precocemente interrompida.
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