TOMADOS PELO AMOR
Enquanto o filme ‘Wimbledon: Encontro Perfeito’ vai rodando nas salas de cinema por esse mundo fora, relatando as desventuras amorosas de dois tenistas, as últimas semanas também têm sido anormalmente pródigas em notícias relativas à vida sentimental de alguns dos melhores jogadores do planeta.
O australiano Lleyton Hewitt, que hoje defronta Nicolas Massu nos ‘oitavos’ do Masters Series de Paris-Bercy, recusa-se terminantemente em comentar as razões que levaram ao cancelamento do seu casamento com a belga Kim Clijsters. O enlace estava previsto para o próximo mês de Fevereiro, mas terão sido precisamente discordâncias entre Kim e a mãe de Lleyton relativamente aos preparativos da cerimónia que espoletaram o ‘divórcio’.
O americano Andy Roddick, que ontem derrotou Sargis Sargsian, também se recusa a comentar um envolvimento ocasional com Paris Hilton numa discoteca de Las Vegas. Por duas razões: porque tem namorada (a manequim Lauren Bedford) e porque a desinibida neta do fundador do império hoteleiro Hilton assumiu publicamente adorar o tenista Mark Phillippoussis, que recentemente abandonou a vedeta pop australiana Delta Goodrem, depois de relações com Anna Kournikova e a modelo Tara Reid. Que confusão!
“Estou farta de tipos de Hollywood com 40 ou 50 anos de idade”, confessou a atraente e multimilionária Paris, de somente 23 anos e tão conhecida pelas suas fotos ‘artísticas’ na imprensa britânica como pelos filmes ‘marotos’ com os namorados que vai colocando na internet. “Tenho um namorado novo e estou louca por ele. É o Mark Phillippoussis”. O colosso australiano, refira-se, não foi a Bercy por alegadamente preferir ficar com Paris Hilton em Nova Iorque.
DESISTÊNCIAS POLÉMICAS
O ATP e Mark Miles, director executivo do circuito, estão debaixo de fogo, depois de os últimos dois eventos Masters Series terem sido duramente afectados por desistências. Há duas semanas, em Madrid, só estiveram quatro membros do top 10; esta semana, em Paris, apenas cinco. E as queixas sucedem-se. Ion Tiriac, promotor do torneio madrileno, afirma que se deve criar um bónus de final de ano que premeie os jogadores que joguem todos os eventos Masters Series e que qualquer ausência seja castigada com a retirada de pontos. Andy Roddick, que ainda recentemente foi a Bangkok receber um chorudo cheque e a seguir desistiu de Madrid, é peremptório: “A época do ténis é a mais longa de todos os desportos e não hesitarei em desistir de um torneio se sentir em perigo a minha integridade física”.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt