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Árbitros da ‘lista dos padres’ processam diretor do FC Porto

Vandalismo à casa do árbitro Vasco Santos foi a gota de água.

19 de setembro de 2017 às 08:34

Os árbitros Bruno Esteves, Nuno Almeida, Manuel Mota e Vasco Santos vão avançar com um processo contra Francisco J. Marques, diretor de comunicação do FC Porto, que adiantou que os juízes estavam envolvidos num "esquema de corrupção para favorecer o Benfica", apurou o CM

A gota de água para os árbitros tomarem uma posição foi o facto de a casa de Vasco Santos, que foi vídeo-árbitro no Benfica-Belenenses (3ª jornada), ter sido vandalizada no dia 7.

As acusações de Francisco J. Marques foram proferidas em junho, num programa do Porto Canal, no qual se baseou em alegados emails trocados, durante a época 2013/14, entre o antigo árbitro Adão Mendes e o ex-diretor de conteúdos da Benfica TV, Pedro Guerra, para denunciar um suposto esquema.

Além dos árbitros já mencionados, outros 4 - Rui Silva, Hugo Pacheco, Jorge Ferreira e Paulo Baptista - também foram acusados de favorecer as águias.

Através de um paralelismo religioso, o diretor de comunicação diz que Adão Mendes fala de "padres" escolhidos para "as missas" [jogos do Benfica]. "Isto é o quê? Isto são os árbitros e o primeiro-ministro é Luís Filipe Vieira. E segundo o que aqui está, foi Vieira que arquitetou isto tudo", disse.

Contactado pelo CM, Marques não quis fazer qualquer comentário.

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