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Capitão sofreu em silêncio

Nuno Gomes sofreu em silêncio nos últimos quatro anos. Foi esse o principal comentário dos presentes no funeral do pai do jogador, Joaquim Ribeiro, que morreu na terça-feira aos 70 anos, vítima de cancro.

05 de agosto de 2010 às 00:30

Na cerimónia fúnebre, ontem em Amarante, estiveram Rui Costa, Moreira e Quim. Luís Filipe Vieira não marcou presença por se encontrar no Brasil, mas fez-se representar pelo vice, Silvio Cervan, e pelo director de comunicação do clube, João Gabriel. Jorge Jesus também foi ausência notada, mas o clube da Luz enviou condolências por escrito de jogadores e funcionários, e uma coroa de flores.

Joaquim Ribeiro descobriu o cancro antes do casamento do filho com a advogada e ex--jornalista Patrícia Aguilar, em 2006, e só há dois anos é que o jogador abordou o assunto pela primeira vez. Desde essa altura, os tratamentos de quimioterapia e os internamentos no Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa passaram a ser uma constante. O jogador esteve sempre presente, mas deixava as suas aflições sempre longe do balneário e das conversas com os amigos. O último internamento levou Nuno Gomes a pedir dispensa do Torneio de Guadiana. Antes do funeral, o jogador dirigiu palavras de agradecimentos aos fãs e anónimos que lhe enviaram mensagens de apoio. Agradeceu também aos funcionários do IPO, em comunicado.

O velório começou de manhã, contando sempre com a presença do avançado. Visivelmente abatido e emocionado, esteve sempre acompanhado pela mulher, Patrícia Aguilar, e o irmão, Tiago Ribeiro. O jogador e o irmão levaram o caixão até ao cemitério de Amarante.

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