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Chama de Luis Díaz dá vitória tranquila ao FC Porto

Colombiano desbloqueou o marcador em cima do intervalo após uma 1ª parte de sentido único em que o FC Porto revelou falta de criatividade.

02 de fevereiro de 2021 às 01:30

Sem grande rasgo coletivo, valeu ao FC Porto a chama de Luis Díaz para vencer o Rio Ave e assegurar o mais importante: somar os 3 pontos que, face ao resultado do dérbi lisboeta, permitem não deixar o Sporting fugir mais no 1º lugar (está a 4 pontos) e alargar a vantagem para o Benfica para 5.

A vitória portista nunca esteve em causa, perante um Rio Ave que chegou ao intervalo sem fazer um remate. Só que a equipa de Sérgio Conceição jogava devagar e sem criatividade na zona central. A bola era trocada com facilidade, mas sem criar desequilíbrios junto à área de um Rio Ave acantonado.

As jogadas de perigo da 1ª parte surgiram de lances esporádicos: Luis Díaz rematou por cima assistido por Marega após um lançamento lateral; um contra-ataque desenhado por Manafá e Luis Díaz permitiu a Corona deixar Marega em posição privilegiada, mas o maliano rematou mal; um passe longo de Sérgio Oliveira, diretamente da zona defensiva, deixou Luis Díaz isolado, mas Kieszek ganhou o duelo. O guardião vila-condense revelou-se, porém, impotente aos 44’ para parar a recarga do colombiano, mais lesto a aproveitar uma bola perdida na pequena área após um primeiro remate de Taremi.

Se a 1ª parte acabou com 8 remates do FC Porto, no 2º tempo assistiu-se a 20 minutos sem um único remate da equipa da casa. O Rio Ave aproveitou o ritmo (ainda mais) lento do anfitrião e tentou incomodar Marchesín, que só tivera uma intervenção aos 9 minutos, quando roubou a bola a Gelson Dala. Foi precisamente o angolano que rematou duas vezes à baliza do argentino, que, ainda assim, teve o maior calafrio quando um corte de Mbemba rasou o poste.

Conceição percebeu que a equipa estava a exagerar na gestão e deu-lhe um abanão com a entrada de Evanilson: o brasileiro correspondeu e apareceu no sítio certo para aproveitar uma arrancada de Taremi pela direita e fechar o resultado.

Sem grande rasgo coletivo, valeu ao FC Porto a chama de Luis Díaz para vencer o Rio Ave e assegurar o mais importante: somar os 3 pontos que, face ao resultado do dérbi lisboeta, permitem não deixar o Sporting fugir mais no 1º lugar (está a 4 pontos) e alargar a vantagem para o Benfica para 5.

A vitória portista nunca esteve em causa, perante um Rio Ave que chegou ao intervalo sem fazer um remate. Só que a equipa de Sérgio Conceição jogava devagar e sem criatividade na zona central. A bola era trocada com facilidade, mas sem criar desequilíbrios junto à área de um Rio Ave acantonado.

As jogadas de perigo da 1ª parte surgiram de lances esporádicos: Luis Díaz rematou por cima assistido por Marega após um lançamento lateral; um contra-ataque desenhado por Manafá e Luis Díaz permitiu a Corona deixar Marega em posição privilegiada, mas o maliano rematou mal; um passe longo de Sérgio Oliveira, diretamente da zona defensiva, deixou Luis Díaz isolado, mas Kieszek ganhou o duelo. O guardião vila-condense revelou-se, porém, impotente aos 44’ para parar a recarga do colombiano, mais lesto a aproveitar uma bola perdida na pequena área após um primeiro remate de Taremi.

Se a 1ª parte acabou com 8 remates do FC Porto, no 2º tempo assistiu-se a 20 minutos sem um único remate da equipa da casa. O Rio Ave aproveitou o ritmo (ainda mais) lento do anfitrião e tentou incomodar Marchesín, que só tivera uma intervenção aos 9 minutos, quando roubou a bola a Gelson Dala. Foi precisamente o angolano que rematou duas vezes à baliza do argentino, que, ainda assim, teve o maior calafrio quando um corte de Mbemba rasou o poste.

Conceição percebeu que a equipa estava a exagerar na gestão e deu-lhe um abanão com a entrada de Evanilson: o brasileiro correspondeu e apareceu no sítio certo para aproveitar uma arrancada de Taremi pela direita e fechar o resultado.

Conceição: "Somos pouco eficazes"

"Andamos a criar muitas situações de golo e não concretizamos. Somos pouco eficazes. Fizemos uma primeira parte fantástica e fomos para o intervalo a ganhar só por 1-0", afirmou ontem Sérgio Conceição, treinador do FC Porto, após a vitória frente ao Rio Ave por 2-0 no Estádio do Dragão.

O técnico azul-e-branco, apesar das críticas, elogiou a exibição da equipa: "Fizemos um excelente jogo. Foi uma vitória justa, contra um adversário de qualidade."

Quando questionado sobre qual seria o resultado do dérbi que mais convinha aos dragões, Conceição foi implacável: "Convém aquilo que tiver de acontecer. Nós olhamos para o nosso trajeto, a nossa luta. Quero ganhar muito ao Belenenses SAD [na próxima jornada]."

Relativamente às sequelas que a Covid-19 deixa nos jogadores, Conceição disse: "Os jogadores fazem testes após o isolamento. O nosso departamento médico está em grande nível no que toca a isso. Mas temos um grande receio, sem dúvida nenhuma."

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ANÁLISE

Evanilson com pé quente

Com três golos nos últimos quatro jogos em que foi suplente utilizado, Evanilson revela assinalável veia goleadora. Não tem muitos minutos, mas aproveita cada oportunidade.

Marega com pé frio

Aos 9 minutos, falhou um golo feito ao rematar mal. Aos 61’, novamente em posição privilegiada, nem conseguiu dominar a bola. Os avançados não vivem só de garra...

Certinho mas permissivo

Nuno Almeida beneficiou de um jogo calmo. Podia ter assinalado penálti de Kieszek sobre Taremi no golo de Evanilson já depois do iraniano ter feito a assistência para o brasileiro, mas esse lance não teve influência no resultado. Algo permissivo com os amarelos.

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