Correio da Manhã
JornalistaTrump considera a nova proposta do Irão "inaceitável"
Donald Trump declarou que analisou a nova proposta do Irão e que a considerou "inaceitável".
"Analisei-a, analisei tudo - não é aceitável", terá o presidente dos EUA afirmado ao meio israelita Kan News.
O presidente dos EUA também falou sobre o caso de corrupção de Netanyahu e disse que o primeiro-ministro israelita deveria ser perdoado pelo presidente Herzog.
Trump disse a um repórter da Kan News: "Diga ao seu presidente para perdoar Bibi. É um primeiro-ministro em tempo de guerra. Não teriam Israel se não fosse por mim e pelo Bibi, por essa ordem. Querem ter um primeiro-ministro que se possa concentrar na guerra, não em disparates."
EUA já responderam à proposta de paz de 14 pontos do Irão
O Irão afirma que os Estados Unidos responderam à proposta de 14 pontos através do Paquistão. Teerão está agora a analisar a resposta, de acordo com o The Times of Israel.
"Nesta fase, não temos negociações nucleares", afirma um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano.
"Ainda não pagaram um preço suficientemente alto": Trump aponta para rejeição do plano de 14 pontos do Irão
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na rede social Truth Social que ainda não analisou a proposta de 14 pontos enviada pelo Irão para pôr fim à guerra, mas que é provável que a rejeite, uma vez que os iranianos "ainda não pagaram um preço suficientemente alto".
As declarações de Donald Trump nas redes sociais surgem no mesmo dia em que o presidente norte-americano afirmou publicamente estar a ponderar retomar os ataques aéreos. Os EUA e Israel iniciaram o cessar-fogo há quatro semanas, mas o acordo para que a guerra chegue ao fim ainda parece estar distante.
Na sua publicação, Trump escreve: "Em breve irei analisar o plano que o Irão acabou de nos enviar, mas não consigo imaginar que seja aceitável, uma vez que ainda não pagaram um preço suficientemente elevado pelo que fizeram à Humanidade e ao Mundo nos últimos 47 anos."
Guarda Revolucionária desafia EUA a optarem por "mau acordo" ou operação militar "impossível"
A Guarda Revolucionária do Irão desafiou este domingo os Estados Unidos a escolherem entre uma operação militar "impossível" ou um "mau acordo" no conflito no Médio Oriente.
"A margem de manobra dos Estados Unidos na tomada de decisões diminuiu" e o Presidente norte-americano, "tem de escolher entre uma operação militar impossível ou um mau acordo com a República Islâmica", afirmou o serviço de informações da Guarda Revolucionária Islâmica num comunicado divulgado pela televisão estatal.
O serviço de informações iraniano citou, entre outras coisas, um "ultimato" iraniano em relação ao bloqueio norte-americano aos portos do país e uma "mudança de tom" da China, Rússia e Europa em relação a Washington.
Lusa
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Irão envia aos EUA plano de 14 pontos para pôr fim à guerra "em todas as frentes"
O Irão terá apresentado aos Estados Unidos um plano de 14 pontos centrado no "fim da guerra". Os EUA tinham solicitado um cessar-fogo com um prazo de dois meses, mas o Irão insistiu que as questões devem ser resolvidas no prazo de 30 dias e que o foco deve ser "pôr fim à guerra", em vez de prolongar o cessar-fogo, segundo informou a agência de notícias iraniana Tasnim.
A agência acrescentou que o plano de 14 pontos do Irão para os EUA inclui garantias de não agressão, a retirada das forças norte-americanas das proximidades do Irão, o levantamento do bloqueio naval, a libertação dos ativos congelados do Irão, o levantamento das sanções e o fim da guerra "em todas as frentes", incluindo no Líbano.
O Irão estará, alegadamente, à espera de uma resposta dos EUA à sua proposta.
Pelo menos 41 mortos no Líbano só nas últimas 24 horas
O Ministério da Saúde do Líbano avançou, citado pela Sky News, que nas últimas 24 horas morreram 41 pessoas no país, resultado dos ataques por parte de Israel. Agora, são 2.659 as vítimas desde o início do conflito no Médio Oriente, a 2 de março.
Há cerca de 24 horas, um outro comunicado dava conta de 2.618 mortes.
Israel e o Líbano acordaram um cessar-fogo, no passado dia 17 de abril, mas que não tem sido respeitado.
"Irão está preparado para ambos os caminhos": diplomacia ou guerra
O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Kazem Gharibabadi, afirma que o Irão sempre acreditou na diplomacia baseada nos interesses para resolver as questões existentes e tem desempenhado o seu papel.
"O Irão apresentou o seu plano ao Paquistão, na qualidade de mediador, com o objetivo de pôr fim de forma definitiva à guerra imposta, e agora a bola está no campo dos Estados Unidos para escolher o caminho da diplomacia ou continuar com a abordagem de confronto", afirmou, segundo o Al Jazeera, numa reunião de embaixadores e chefes de missões diplomáticas estrangeiras em Teerão.
"O Irão está preparado para ambos os caminhos, a fim de garantir os seus interesses nacionais e a sua segurança e, em qualquer caso, manterá sempre o seu pessimismo e desconfiança em relação aos Estados Unidos e à sua honestidade no caminho da diplomacia", acrescentou.
Irão prepara lei para gerir estreito de Ormuz
O vice-presidente do Parlamento iraniano, Hamidreza Haji-Babaei, afirma que o novo projeto de lei impediria os navios de Estados inimigos de transitarem pelo estreito de Ormuz, a menos que esses países paguem reparações de guerra.
Afirmou que o projeto de lei permite que outros navios passem após obterem autorização e aprovação do Irão. Deixou ainda o aviso de que o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz não voltará a ser o que era antes da guerra, de acordo com o Al Jazeera.
EUA afirmam ter redirecionado 48 embarcações de portos iranianos durante o bloqueio naval
O Comando Central dos EUA (CENTCOM) afirma que "48 embarcações foram redirecionadas para garantir o cumprimento do bloqueio" nos últimos 20 dias.
Os EUA impõem um bloqueio naval desde 13 de abril, dias após o anúncio de um cessar-fogo. O bloqueio visa o tráfego marítimo iraniano em resposta às restrições impostas pelo Irão à navegação pelo Estreito de Ormuz devido à guerra entre os EUA e Israel que teve início a 28 de fevereiro.
Pelo menos sete pessoas mortas em ataques israelitas no sul do Líbano
Ataques israelitas mataram, este sábado, pelo menos sete pessoas no sul do Líbano. Um ataque aéreo contra um carro na vila de Kfar Dajal matou duas pessoas, enquanto outro atingiu uma casa na vila de Lwaizeh, matando três. Outras duas pessoas morreram num ataque na vila de Shoukin, segundo a Associated Press.
Apesar do cessar-fogo, em vigor desde o passado dia 17 de abril, Israel e o Hezbollah, mantêm os ataques.
NATO diz estar a "colaborar" com EUA para "compreender" retirada de soldados da Alemanha
A NATO disse este sábado que está a "colaborar" com os Estados Unidos para compreender melhor a decisão de Washington de retirar cerca de 5.0000 soldados norte-americanos da Alemanha até 2027, afirmou uma porta-voz da aliança.
"Estamos a colaborar com os Estados Unidos para compreender melhor os detalhes da sua decisão relativa ao dispositivo militar na Alemanha", afirmou a porta-voz da Organização do Tratado do Atlântico Norte [NATO, na sigla em inglês], Allison Hart, na sua conta da rede social X, citada pela agência de notícias francesa AFP.
Segundo a porta-voz da NATO, esta retirada parcial de tropas norte-americanas da Alemanha intensifica a necessidade da Europa continuar a investir mais no setor da defesa, bem como a assumir mais responsabilidade pela segurança comum" do Velho Continente.
Lusa
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Alto responsável militar iraniano considera provável retomar a guerra com os EUA
Um alto responsável militar iraniano afirmou este sábado que "é provável" o retomar da guerra entre o Irão e os Estados Unidos, depois de o Presidente norte-americano ter dito não estar satisfeito com uma nova proposta de negociação iraniana.
"As Forças Armadas estão totalmente preparadas para qualquer nova aventura ou loucura dos norte-americanos", disse o general Mohammad Jaafar al-Asadi, vice-chefe de inspeção do Quartel-General Central de Khatam al-Anbiya, segundo a agência de notícias Fars, ligada à Guarda Revolucionária.
Al-Asadi afirmou ainda que as ações e declarações das autoridades norte-americanas são sobretudo para fins mediáticos e visam "livrar-se do atoleiro que criaram".
Lusa
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Irão executa dois homens por espionagem a favor de Israel
O Irão executou dois homens, este sábado, acusados de espionagem a favor de Israel, incluindo um acusado de recolher informações perto da instalação nuclear de Natanz, na província central de Isfahan, no Irão, avança a Reuters.
Correio da Manhã
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Estados Unidos vão retirar 5 mil soldados da Alemanha
O secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, ordenou esta sexta-feira a retirada de 5 mil soldados norte-americanos da Alemanha, informou o Pentágono, numa aparente reprimenda dos EUA a este aliado próximo da NATO, num contexto de crescente desavença entre o presidente Donald Trump e a Europa em relação à guerra no Irão.
Donald Trump já tinha feito a ameaça de retirada de tropas, após uma troca de palavras acesa com o chanceler alemão Friedrich Merz, que acusou o governo iraniano de "humilhar" os Estados Unidos nas negociações de paz paralisadas para pôr fim à guerra que já dura há dois meses.
O porta-voz principal do Pentágono, Sean Parnell, afirmou que a retirada deverá estar concluída nos próximos seis a doze meses, de acordo com a Reuters.
Trump diz que Irão com armas nucleares "não vai acontecer" e volta a criticar Espanha e Itália
Donald Trump voltou a criticar Espanha e Itália pelo que considera ser um apoio insuficiente às operações militares dos EUA no Irão, alegando que esses países devem "achar que não há problema em o Irão ter uma arma nuclear".
"Não estou contente com Itália e não estou contente com Espanha", disse o presidente dos EUA aos jornalistas.
"Quem achar que não há problema em o Irão ter uma arma nuclear não é muito inteligente", acrescentou. "Se alguma vez lhes fosse permitido ter uma arma nuclear, teríamos problemas como o mundo nunca viu antes, e isso não vai acontecer."
Trump afirma que o Irão "fez progressos, mas não os suficientes"
Donald Trump afirmou, em declarações à imprensa esta sexta-feira, que o Irão "fez progressos" no sentido de um acordo, mas que não tem a certeza se "alguma vez chegarão lá".
No que diz respeito a uma potencial nova ronda de conversações presenciais no Paquistão, Trump afirmou que os EUA têm "grande respeito" pelo Paquistão e pelos seus líderes, mas que "a viagem é muito longa". Afirmou ainda que, neste momento, todas as negociações estão a decorrer por telefone.
O presidente norte-americano reiterou a alegação de que a liderança do Irão está "desarticulada": "Há uma enorme discórdia… estão a ter uma enorme dificuldade em dar-se bem uns com os outros», afirmou o presidente dos EUA. «A liderança está muito desarticulada, tem dois ou três grupos, talvez quatro… Dito isto, todos querem chegar a um acordo".
Trump afirma que "o Irão quer chegar a um acordo", mas que "não está satisfeito"
Donald Trump está a falar com jornalistas sobre os últimos desenvolvimentos relativos ao conflito com o Irão, que enviou recentemente uma nova proposta através do Paquistão.
O presidente norte-americano afirmou: "O Irão quer chegar a um acordo, mas não estou satisfeito, por isso vamos ver o que acontece."
Exército israelita destrói mosteiro e escola de freiras no sul do Líbano
Israel destruiu um mosteiro e uma escola de freiras na aldeia fronteiriça de Yaroun, no sul do Líbano, após ter destruído casas, lojas, estradas e vários pontos de referência na localidade, informa a Agência Nacional de Notícias do Líbano.
Israel tem vindo a aniquilar sistematicamente bairros inteiros na região, enquanto responsáveis israelitas afirmam abertamente que pretendem replicar no Líbano a devastação que infligiram durante a guerra genocida em Gaza.
Irão entrega nova proposta aos EUA
O governo iraniano apresentou, esta quinta-feira, uma nova proposta aos EUA, através dos medidadores paquistaneses, avança a Sky News. Os dois países acordaram no passado dia 8 de abril um cessar-fogo temporário por 15 dias e que acabou por ser expandido por Donald Trump.
As duas potências estão em negociações para acabar com o conflito no Médio Oriente que deflagrou com a ofensiva norte-americana e israelita. Desde então já há registo de milhares de mortos de civis e soldados.
Correio da Manhã
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Dois mortos e pelo menos dez feridos em ataque israelita a sul do Líbano
Duas pessoas morreram e pelo menos dez ficaram feridas num ataque israelita na cidade de Nabatieh al-Fawqa, a sul do Líbano. Também foram relatados bombardeamentos nas cidades de Kfarchouba, al-Mansouri, Qounine e Wadi al-Hujeir, segundo a Al Jazeera.
Defesa antiaérea de Teerão ativada contra pequenos aviões e 'drones'
Os sistemas de defesa antiaérea iranianos foram esta noite ativados contra pequenos aviões e 'drones' nos céus de Teerão, segundo meios de comunicação locais.
As agências de notícias Tasnim e Fars relataram que os sistemas de defesa antiaérea foram ativados "para combater pequenas aeronaves e 'drones' de reconhecimento", segundo as informações disponíveis.
"O ruído da defesa aérea cessou após cerca de 20 minutos de atividade e de resposta contra pequenas aeronaves", relataram.
Novos ataques israelitas no Líbano fazem 15 mortos
Um novo ataque israelita no sul do Líbano provocou esta quinta-feira seis mortos, anunciou o Ministério da Saúde, elevando para pelo menos 15 o número de vítimas mortais em ataques de Israel ao longo do dia.
A Agência Nacional de Notícias (ANI) libanesa precisou, por sua vez, que um 'drone' israelita tinha atingido um grupo de pessoas "reunidas perto do cemitério" na localidade de Zebdine (sul), apesar do cessar-fogo em vigor desde 17 de abril.
O exército libanês declarou ainda que um dos seus militares e "vários membros da sua família" foram mortos num ataque que visou a sua residência, na região de Nabatiyé (sul).
Presidente do Irão considera bloqueio dos EUA "intolerável"
O presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, afirmou esta quinta-feira na rede social X que o bloqueio naval imposto pelos EUA aos portos iranianos equivale a "uma extensão das operações militares".
"A continuação desta abordagem opressiva é intolerável", afirmou Pezeshkian, acrescentando que o Irão está a "pagar o preço pela sua resistência e independência".
Presidente libanês condena "violações persistentes" do cessar-fogo por Israel
O Presidente libanês, Joseph Aoun, condenou hoje as "violações persistentes" da trégua por parte de Israel, apelando a que seja exercida pressão para garantir o respeito pelo direito internacional.
"As violações israelitas persistem no sul, apesar do cessar-fogo, assim como a demolição de casas [...], enquanto o número de vítimas [...] aumenta", declarou num comunicado da Presidência.
Segundo reportou hoje a imprensa libanesa, várias localidades no sul do país foram atingidas por novos ataques israelitas, sem que tenha avançado o total de vítimas.
"É preciso exercer pressão sobre Israel para que respeite as leis e os acordos internacionais e cesse de visar civis e equipas de socorro", acrescentou Joseph Aoun, numa altura em que a trégua entrou em vigor a 17 de abril.
Para Aoun, Israel deve primeiro "aplicar integralmente o cessar-fogo antes de passar à fase das negociações", razão pela qual os ataques israelitas não podem continuar assim.
As operações militares no Líbano por parte de Israel, que afirma combater o movimento pró-iraniano Hezbollah, causaram mais de 2.500 mortos e mais de um milhão de deslocados desde o início de março, e 1,2 milhões de pessoas estão ameaçadas de insegurança alimentar aguda, segundo o Programa Alimentar Mundial (PAM).
Lusa
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Presidente iraniano prevê fracasso do bloqueio naval norte-americano
O Presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, previu esta quinta-feira que o bloqueio dos Estados Unidos aos portos do seu país está "condenado ao fracasso" e avisou que só irá agravar a instabilidade no Golfo Pérsico.
"Todas as tentativas de impor um bloqueio marítimo são contrárias ao direito internacional (...) e estão condenadas ao fracasso", declarou Massoud Pezeshkian em um comunicado, depois de um alto funcionário da Casa Branca ter mencionado uma possível extensão do bloqueio "por vários meses".
Embora estas declarações tenham contribuído para a subida dos preços do petróleo, o Presidente iraniano defendeu que tais medidas de bloqueio "não só deixam de melhorar a segurança regional, como constituem uma fonte de tensão e uma perturbação para a estabilidade a longo prazo do Golfo".
Lusa
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EUA reivindicam bloqueio de 42 navios no Estreito de Ormuz
O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) afirmou quarta-feira que as suas forças impediram a passagem a 42 navios, no âmbito do bloqueio aos portos iranianos no Estreito de Ormuz, causando "prejuízos" significativos a Teerão.
"Hoje, as forças norte-americanas alcançaram um marco significativo ao redirecionar com sucesso o 42.º navio comercial que tentava violar o bloqueio", informou o almirante Brad Cooper, comandante do Centcom.
O oficial acrescentou que o bloqueio naval, que envolve mais de 200 aeronaves e mais de 25 navios, está a reter 41 petroleiros "com 69 milhões de barris de petróleo que o regime iraniano não pode vender".
Lusa
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Rangel considera que utilização das Lajes pelos EUA tem sido ínfima
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, defendeu esta quarta-feira que a utilização da Base das Lajes pelos Estados Unidos no conflito com o Irão tem sido ínfima, em comparação com os recursos dos norte-americanos no Médio Oriente.
"A utilização é ínfima, se pensarmos na escala da presença de forças dos EUA e todos os seus recursos na região [do Médio Oriente], estamos a falar de uma presença que não é muito relevante", referiu Rangel, no Programa Grande Entrevista da RTP, de Vítor Gonçalves.
O chefe da diplomacia portuguesa lembrou que a autorização portuguesa para a utilização da base nos Açores pelos norte-americanos está condicionada a que o material que passe pela base seja apenas utilizado como resposta a ataques, de forma proporcional e necessária e apenas contra alvos militares.
Lusa
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Trump pensa em reduzir tropas na Alemanha
Donald Trump recorreu à rede social Truth Social para anunciar que está a ser "estudada e analisada" a possibilidade de serem reduzidas tropas na Alemanha.
A declaração acontece no seguimento das criticas trocadas por ambos os governantes. O chanceler alemão Friedrich Merz disse que os Estados Unidos estão a ser "humilhados" pelo Irão no conflito no Médio Oriente. Em resposta, Trump, criticou a economia alemã.
"Tem de se render": Trump diz que nunca haverá acordo sem cedências de Teerão
Donald Trump afirmou esta quarta-feira, em declarações na Casa Branca, que o Irão percorreu "um longo caminho" nas negociações. "A questão é se vão longe o suficiente", acrescentou. "Nunca haverá um acordo, a menos que concordem que não haverá armas nucleares."
Trump continuou e classificou o bloqueio dos portos iranianos pelos EUA como "genial" e "infalível".
O Irão "tem de se render, é tudo o que têm de fazer. Basta dizer: 'Desistimos' ", acrescentou Donald Trump.
Trump reitera que o Irão não terá armas nucleares
Donald Trump afirmou esta quarta-feira que "os EUA neutralizaram" a marinha, a força aérea e os sistemas antiaéreos e de radar do Irão. O presidente dos EUA reiterou ainda que o Irão não terá armas nucleares. "Eles sabem disso e praticamente toda a gente também", afirmou Donald Trump.
"Eles têm muito pouco. Têm alguns mísseis, uma pequena percentagem", afirmou aos jornalistas na Sala Oval.
Acrescentou que cerca de 80% das instalações de fabrico de mísseis do Irão foram destruídas.
Bruxelas flexibiliza regras de auxílio estatais para apoiar agricultura e pescas
A Comissão Europeia aprovou esta quarta-feira um novo regime temporário de auxílios estatais para permitir que os Estados-membros apoiem os principais setores afetados pelo aumento dos preços provocado pela guerra no Médio Oriente, como a agricultura ou as pescas.
Em comunicado, a Comissão Europeia refere que este regime temporário só vai vigorar até 31 de dezembro de 2026 e visa apoiar os setores que estão a ser mais afetados a nível económico: agricultura, pesca, transportes terrestres, fluviais ou marítimos dentro da União Europeia (UE), e indústrias intensivas em energia.
"Os agricultores estão a sofrer pressões de várias direções: precisam de combustível para os seus tratores e estão a sofrer com o aumento do preço dos fertilizantes. Os pescadores e os transportadores também estão expostos aos preços dos combustíveis sem que tenham alternativas realistas ou imediatas", referiu em conferência de imprensa a vice-presidente da Comissão Europeia com a pasta da Competitividade, Teresa Ribera.
Lusa
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Trump acusa Irão de "não saber assinar um acordo não nuclear"
O presidente norte-americano, Donald Trump, acusou o Irão de não se conseguir organizar e de "não saber assinar um acordo não nuclear", através de uma publicação na rede social Truth Social. A publicação é acompanhada de uma imagem em que o presidente dos EUA surge com uma arma na mão e onde se lê "acabou-se o senhor simpático".
Correio da Manhã
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Trump pede a assessores para estarem preparados para um bloqueio prolongado aos portos do Irão
O presidente dos EUA, Donald Trump, alertou os assessores para estarem preparados para um bloqueio prolongado aos portos iranianos, avança o The Wall Street Journal. O presidente dos EUA está a optar pela manutenção do bloqueio aos portos iranianos para aumentar a pressão sobre Teerão, em vez de "recorrer ao início das hostilidades", de acordo com as fontes citadas pelo jornal norte-americano.
Correio da Manhã
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"Não sabe do que está a falar!": Trump critica posição de Friedrich Merz sobre guerra com o Irão
Donald Trump recorreu à rede social Truth Social, esta terça-feira, para atacar Friedrich Merz, depois de o chanceler da Alemanha ter criticado a forma como os Estados Unidos estão a gerir o conflito com o Irão.
Na mesma publicação, o presidente dos EUA não se poupou nas criticas à Alemanha afirmando que o país está "muito mal, tanto economicamente quanto noutros aspetos".
Friedrich Merz frisou esta segunda-feira que os Estados Unidos estão a ser "humilhados" pelo Irão e que Washington entrou no conflito sem objetivos claros. O chanceler disse ainda que "o problema com conflitos como este é sempre o seguinte: não basta entrar, é preciso também sair".
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Brent supera 111 dólares com negociações estagnadas e Ormuz bloqueado
O barril de petróleo Brent continuava esta terça-feira a subir e, cerca das 12:20 em Lisboa, avançava 2,97% para 111,44 dólares, enquanto as negociações entre Washington e Teerão continuam estagnadas e o estreito de Ormuz bloqueado.
Cerca das 12:20 em Lisboa, e segundo dados da Bloomberg recolhidos pela Lusa, o Brent, petróleo de referência da Europa, para entrega em junho subia 2,97%, para 111,44 dólares.
O barril West Texas Intermediate (WTI), a referência nos EUA, também para entrega em junho, também acentuava a subida e à mesma hora aumentava 3,89% para 100,12 dólares.
Lusa
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Teerão revê balanço de ataque contra escola de Minab para 155 mortos
O bombardeamento da escola de Minab, no Irão, no primeiro dia da guerra desencadeada pelos EUA e Israel, matou 155 pessoas, incluindo 120 crianças, segundo um balanço revisto em baixa, divulgado hoje pela televisão estatal.
No final de março, o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, declarou perante a ONU que "mais de 175 alunos e professores foram massacrados a sangue frio" na escola localizada no sul do Irão.
Mas, de acordo com um novo balanço publicado pela televisão estatal Irib e pelos meios de comunicação locais, que citam um responsável do poder judicial iraniano, "73 rapazes, 47 raparigas, 26 professores, sete pais, um motorista de autocarro escolar e um farmacêutico da clínica próxima da escola morreram como mártires no ataque à escola de Minab".
Lusa
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Dois brasileiros mortos em ataque de Israel no Líbano
O Governo do Brasil anunciou a morte de dois brasileiros no Líbano, devido a um ataque israelita, que descreveu como "mais um exemplo" das "reiteradas e inaceitáveis" violações do cessar-fogo de 16 de abril.
De acordo com um comunicado divulgado no início da noite de segunda-feira em Brasília, o Ministério das Relações Exteriores disse ter tomado conhecimento, "com consternação e pesar", das mortes, na segunda-feira, de uma criança de 11 anos, da mãe - ambos brasileiros -, e do pai, libanês, "vítimas de ataque das Forças de Defesa de Israel".
Outro filho do casal, igualmente brasileiro, encontra-se hospitalizado, refere-se no comunicado, onde se lê ainda que a família se encontrava em casa, no distrito de Bint Jeil, no sul do Líbano, no momento do bombardeamento.
Lusa
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Ministro dos Negócios Estrangeiros francês diz que o Irão tem de fazer "grandes concessões" para pôr fim à guerra
O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Noel Barrot, defendeu esta segunda-feira que o Irão tem de fazer "grandes concessões" nas negociações de paz para pôr fim à guerra no Médio Oriente.
"Não haverá solução duradoura para esta crise sem que o regime iraniano concorde com grandes concessões e uma mudança radical de postura", afirmou Barrot numa reunião do Conselho de Segurança da ONU.
No entanto, o chefe da diplomacia francesa afirmou que as vias marítimas internacionais "não estão à venda" e responsabilizou Estados Unidos, Israel e Irão pela crise no estreito de Ormuz.
Na reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre segurança marítima, Barrot acrescentou que a crise energética e humanitária causada pelo encerramento do estreito de Ormuz começou depois das "operações lançadas pelos Estados Unidos e por Israel sem um objetivo claramente definido, conduzidas de forma a violar o direito internacional".
Barrot acrescentou, contudo, que o Irão é agora responsável pelo que está a fazer com esta via marítima estratégica.
"Os estreitos são as artérias do mundo. Não são propriedade de ninguém. Não estão à venda, pelo que não podem ser entravados por obstáculos, portagens ou subornos, nem pelo Irão nem por qualquer outra parte, sob qualquer pretexto", declarou.
Lusa
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EUA estão a analisar nova proposta do Irão para acabar com a guerra, diz porta-voz
A porta-voz da Casa Branca Karoline Leavitt disse aos jornalistas que os Estados Unidos estão a analisar a nova proposta do Irão para acabar com a guerra.
"Posso confirmar que o presidente se reuniu com a sua equipa de segurança nacional esta manhã — a reunião pode ainda estar a decorrer, ou talvez não… A proposta estava a ser discutida", cita a Al Jazeera.
O Irão enviou aos EUA uma proposta que inclui a reabertura do Estreito de Ormuz e o fim da guerra – com a condição de que as negociações sobre o programa nuclear sejam realizadas num futuro próximo.
Margarida Ponte Silva
JornalistaSeguir Autor:
Putin promete a Teerão todo o apoio no processo de paz
O Presidente russo, Vladimir Putin, assegurou esta segunda-feira ao chefe da diplomacia iraniano, Abbas Araghchi, que Moscovo fará tudo o que for possível para que a paz chegue o mais rapidamente possível ao Médio Oriente.
Durante o encontro, realizado na Biblioteca Presidencial em São Petersburgo, Putin considerou que os iranianos lutam heroicamente pela soberania, numa alusão à guerra que Estados Unidos e Israel travam contra o Irão desde 28 de fevereiro.
"Pela nossa parte, faremos tudo o que sirva os vossos interesses, os interesses de todos os povos da região, para que a paz possa ser alcançada o mais rapidamente possível", afirmou Putin, citado pelos meios de comunicação estatais russos.
Lusa
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Teerão apresenta nova proposta para reabrir o estreito de Ormuz
O Irão apresentou aos Estados Unidos uma nova proposta para reabrir o estreito de Ormuz e pôr fim à guerra, adiando para mais tarde as negociações sobre o programa nuclear de Teerão, informou o portal Axios.
Citando um responsável norte-americano e outras duas fontes não identificadas com conhecimento do assunto, o jornal digital indicou no domingo que Trump prevê analisar hoje com a sua equipa o atual impasse nas negociações e os possíveis passos a seguir.
A iniciativa surge em plena escalada de tensão, com o Comando Central norte-americano a confirmar no domingi que já impediu a passagem de 38 embarcações na zona, por ordem do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Lusa
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Trump garante não ter pressa para alcançar acordo com o Irão
O Presidente norte-americano, Donald Trump, garantiu, este domingo, não ter pressa num novo acordo com o Irão, estando a estratégia de pressão máxima do seu Governo a asfixiar a economia iraniana e a sua capacidade operacional.
Numa entrevista concedida ao canal televisivo Fox News, Trump afirmou que o tempo está a favor de Washington.
O chefe de Estado norte-americano indicou que, embora os canais de comunicação com Teerão permaneçam abertos através de aliados como o Paquistão, não sente urgência em sentar-se à mesa das negociações de imediato.
Lusa
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Veja os ataques lançados no Médio Oriente
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