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Correio da Manhã

Desporto

Humberto traído por Moya

Sou um grande apreciador de ténis, apesar de me conhecerem mais por me dedicar ao golfe”, disse ontem ao Correio da Manhã Humberto Coelho, que não faltou ao penúltimo dia do Estoril Open. Consigo veio também a sua filha Joana para se ambientar às ‘lides’ desportivas e para almoçarem ambos na mesa de João Lagos: “Já joguei muito ténis, depois passei para o golfe, porque a idade começa a avançar e esta modalidade exige menos esforço físico”, afirmou o ex-jogador benfiquista.
1 de Maio de 2005 às 00:00
Humberto Coelho gosta muito de assistir a jogos de ténis, mas prefere praticar golfe
Humberto Coelho gosta muito de assistir a jogos de ténis, mas prefere praticar golfe FOTO: Tiago Sousa Dias
Após o almoço, o antigo seleccionador nacional de futebol e a sua filha preparavam-se para assistir à partida entre Carlos Moya e Tommy Robredo, um jogo que Humberto perspectivou para o CM: “O meu favorito para a final é o Moya, porque é um ‘habituée’ do evento e um jogador extraordinário, com garra, muita força e que gosta de ganhar, qualidades que aprecio num jogador. Ele tem uma competitividade dentro dele que dá logo cabo do adversário”. O que Humberto não esperava era que uma lesão no ombro direito obrigasse o grande tenista espanhol a abandonar o encontro. A desistência de Moya era de resto tema de destaque nas conversas mantidas pelos adeptos do ténis no Jamor. Sobre o novo ‘lay-out’ do Open, o ex-jogador benfiquista foi peremptório: “Está mais bonito e o João Lagos está de parabéns. Cada ano que passa, e eu vim desde o primeiro, tenho visto isto sempre a crescer”.
O dia de ontem no Sponsor’s Village ficou marcado pela actuação dos mais ‘pequeninos’ da Orquestra Metropolitana de Lisboa num momento musical que antecipava o almoço.
PATRICK BARROS FOI CONVIDADO ESPECIAL
Quem não faltou ontem ao Open foi Patrick Monteiro de Barros, convidado muito especial de Miguel Horta e Costa. Ao ‘CM’ confidenciou que joga ténis habitualmente: “Quando estou em Portugal e tenho tempo vou sempre jogar ténis e, normalmente, faço-o com um profissional três vezes por semana”.
Sobre a diferença que encontrou no Open do ano passado para este afirmou: “Como a minha vida é superocupada a nível profissional só pude cá vir hoje mas acho que o espaço está mais arejado e muito bem arranjado”. Patrick, que tentou trazer a Taça América em vela para Portugal, evento que acabou por ser atribuído a Valência, não está contudo parado: “Vou trazer o campeonato do mundo de 2007, que tem todas as classes olimpicas de vela e é tão grande e tão importante como a taça América. Vão ser 1200 barcos e seis mil pessoas em Cascais, onde se vai realizar o evento”, revelou.
“É uma prova importante porque vai determinar 75 por cento dos lugares nos jogos Olimpicos”.
OPEN ATRAI VIP DE VÁRIOS QUADRANTES
Muitas caras conhecidas de vários quadrantes da sociedade portuguesa aproveitaram o sábado para visitar o Estoril Open. Pedro Santana Lopes, um confesso apaixonado do ténis que não falha uma edição da prova, desta vez fez-se acompanhar pelo amigo Rui Gomes da Silva.
A apresentadora Ana Marques e a actriz Silvia Rizzo embelezaram a Sponsor’s Village com o seu charme. Já a escritora Margarida Rebelo Pinto e o actor Pedro Cerdeira apareceram na tenda VIP muito agarradinhos um ao outro.
Marcaram também presença no Open os convidados CM major José Moutinho, general Hugo Borges e tenente-coronel Perestrelo.
Finalmente, os homens do futebol como Manuel Fernandes e Norton de Matos não deixaram de comparecer na competição tenística mais importante que se disputa em Portugal.
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