Portugal será representado por 17 ciclistas nos mundiais de ciclismo de estrada na Bélgica.
Um moralizado João Almeida vai liderar a seleção portuguesa na prova masculina de fundo dos Mundiais de ciclismo de estrada, na Flandres, onde Portugal será representado por 17 ciclistas, em ação de domingo a domingo.
Os Mundiais arrancam este domingo, com o contrarrelógio de elite masculina - 43,3 quilómetros maioritariamente planos entre Knokke e Bruges -, e decorrem até 26 de setembro, dia da prova de fundo do mesmo pelotão.
Os primeiros a entrar em ação serão Nelson Oliveira (Movistar), um 'veterano' da especialidade, e Rafael Reis, o ciclista da Efapel que é o único representante do pelotão nacional entre os elite.
O ciclista de Anadia, de 32 anos, já foi quarto no 'crono' do Campeonato do Mundo de 2017, e anda sempre perto das medalhas nos grandes eventos internacionais, enquanto Reis é o vice-campeão nacional.
O campeão português de contrarrelógio, João Almeida (Deceuninck-QuickStep), termina no sábado a Volta ao Luxemburgo, de onde sairá moralizado por uma vitória em etapa e uma boa prestação ao longo da semana, para liderar o sexteto presente na corrida de fundo.
Programada como se de uma clássica da Flandres se tratasse, no centenário dos Mundiais, a prova mantém as típicas características da zona, uma das mais típicas e afamadas do ciclismo mundial, com 268,3 quilómetros entre Antuérpia e Lovaina com subidas curtas e 'empinadas' e vários troços em empedrado.
Além deste trio, completam a equipa nacional Ruben Guerreiro (EF Education-Nippo), Rui Oliveira (UAE Emirates) e a 'novidade', face à lista nos Europeus, André Carvalho (Cofidis).
O jovem corredor, a fazer este ano a estreia no WorldTour, ocupa a vaga deixada pelo campeão mundial de 2013, Rui Costa (UAE Emirates), o grande ausente luso, após considerar que o percurso não se adapta às suas características.
Assim, tanto a 'explosão' de Guerreiro como os créditos firmados de Almeida, que este ano foi sexto na Volta a Itália, venceu o título nacional de 'crono', foi aos Jogos Olímpicos e aos Europeus, além de vencer a Volta à Polónia, são as principais 'armas' à disposição de José Poeira.
Na prova feminina de elite, e na ausência de uma categoria sub-23 na qual 'encaixariam', estarão a olímpica Maria Martins (Drops), campeã nacional de fundo, e Daniela Campos (Bizkaia Durango), com esta última a disputar o contrarrelógio, disciplina em que é também a número um nacional.
Fábio Costa (Efapel), Miguel Salgueiro (LA Alumínios) e Pedro Miguel Lopes (Kelly-Simoldes-UDO) alinharão na prova sub-23 masculina, com António Morgado e Gonçalo Tavares (Bairrada), que estarão no 'crono', a liderarem nos juniores uma formação completa com Diogo Pinto (Academia Joaquim Agostinho-CYR-UDO) e Lucas Lopes (Póvoa de Varzim-CDC Navais).
Beatriz Roxo (Academia de Ciclismo de Paredes) junta-se a Sofia Gomes (Vesam-Blok-Vilanovense), que já tinha estado no Europeu, nas juniores femininas, correndo apenas a prova de fundo, de 75 quilómetros com partida e chegada em Lovaina.
Os Mundiais abrem com o 'crono' da elite masculina, seguindo-se o contrarrelógio feminino e de sub-23, na segunda-feira, e o dos juniores, no dia seguinte, com as provas de fundo a arrancarem em 24 de setembro (juniores masculinos e sub-23).
No dia 25, é a vez das juniores femininas percorrem 75 quilómetros com início e final em Lovaina, cidade também de chegada da prova de fundo de elite feminina, após 157,7 quilómetros.
O programa encerra no domingo com a disputa do título mais emblemático, com Lovaina a coroar o sucessor do francês Julian Alaphilippe.
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