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OBRA DE ENERGÚMENOS

Dias da Cunha saiu novamente a terreiro para (contra) atacar aqueles que, nos últimos dias, têm contestado a estrutura de poder do clube e da equipa de futebol. O presidente leonino desvaloriza os apupos que no final do jogo contra o Rio Ave alvejaram José Peseiro e a sua própria figura, considerando-os “obra de um número insignificante de energúmenos”.

28 de setembro de 2004 às 00:00

Com um discurso duro, Dias da Cunha dá uma vez mais a cara pelo treinador e não tem dúvidas em afirmar que os autores dos apupos representam o “que há de mais repugnante na escória humana. (...) Aquilo não é o Sporting”.

Para o líder leonino, a contestação não parte das claques. “O que vi foi indivíduos sem identificação que poderiam muito bem estar por conta de quem pretende desestabilizar o Sporting a todo o custo”, explicou. Às claques, contudo, deixou um aviso, advertindo-as para eventuais comportamentos “indignos” e ameaçando com “procedimentos disciplinares exemplares”. Dias da Cunha prossegue. “Ao contrário de outros, o Sporting ainda não perdeu nada esta temporada”. E dispara a seguir: “Sei que inquietamos os nossos adversários; sei também que governar o Sporting começa a ser um objectivo interessante. Concluo agora que tentar atingir tais objectivos através da utilização de pequenos e repugnantes grupos de assalto é um inequívoco sinal de fraqueza”. E termina classificando a contestação como um ‘fait divers’.

Entretanto, a equipa de futebol começou ontem a preparar o jogo com o Rapid, em Viena, para onde viaja amanhã. No treino fez-se notar uma conversa entre Carlos Freitas e o capitão Pedro Barbosa.

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