page view
Imagem promocional da micronovela
MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Pai ‘absolve’ Bruno Alves

Washigton Alves recusou esta segunda-feira que o filho, Bruno Alves, tenha perdido o controlo emocional, na final da Taça da Liga, e considerou que o central do FC Porto é, por vezes, “vítima de parcialidade”.

22 de março de 2010 às 18:01

“Achei que o Bruno estava preparado para jogar o Benfica-FC Porto, um jogo em que o FC Porto sofreu vários problemas. Achei que o Bruno jogou da melhor forma que pôde e soube e terminou o jogo dentro de campo, o que significa que tudo o que ele fez foi dentro do que é permitido”, afirmou, em declarações à TSF.

Washigton queixou-se ainda da “parcialidade” de que é vítima o seu filho, uma vez que a opinião pública olha para o seu comportamento, esquecendo as acções dos adversários. Para o pai do defesa do FC Porto, a final de ontem – que terminou com a vitória do Benfica por 3-0 – representa um jogo com uma carga emocional “muito forte” e que Bruno Alves teve uma atitude “normal”.

“Eu só vi o Bruno a lutar pela equipa dele. É um Benfica-FC Porto. Quer um jogador de saia justa lá dentro? Um Benfica-FC Porto nunca é um jogo normal. É um jogo com atribulações e difícil. O futebol é assim”, defendeu.

Opinião contrária tem Rodolfo Reis, antigo capitão do FC Porto, que entende que ontem se assistiu ao “pior lado” do defesa portista. “O Bruno Alves foi o espelho da equipa. a equipa não está bem, está intranquila e não tem tido boas prestações. Ontem, o Bruno Alves teve uma recaída devido a esses factores”, considerou.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Exclusivos

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8