Momento Zenit de Jonas ‘Pistolas’
Leia a análise ao jogo Benfica-Zenit.
Um golo do brasileiro Jonas nos descontos permitiu esta terça-feira ao Benfica vencer em casa o Zenit São Petersburgo, por 1-0, em jogo da primeira mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões de futebol.
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Análise aos jogadores
Jonas - Deu justiça à superioridade do Benfica, com um cabeceamento à ponta de lança, e pôs fim à ‘malapata’ de não marcar nos grandes jogos. Na primeira parte fez um remate perigoso.
Um golo do brasileiro Jonas nos descontos permitiu esta terça-feira ao Benfica vencer em casa o Zenit São Petersburgo, por 1-0, em jogo da primeira mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões de futebol. --------- Análise aos jogadores Jonas - Deu justiça à superioridade do Benfica, com um cabeceamento à ponta de lança, e pôs fim à ‘malapata’ de não marcar nos grandes jogos. Na primeira parte fez um remate perigoso. Júlio César – Defesa difícil a remate de Witsel e encaixe fácil a cabeceamento do belga.
André Almeida – Bem a fechar na defesa, fez uma exibição contagiante e com bons momentos no ataque.
Lindelof – Jogo consistente, com boas saídas a jogar e uma assistência que Jardel quase finalizava
Jardel – Anulou Dzyuba, em exibição consistente.
Eliseu – Coube-lhe marcar Hulk e o brasileiro mal se viu. Concentrado, acabou em muito bom estilo, até com um remate perigoso.
Samaris – Bom passe a servir André Almeida e bastante rigoroso a meio-campo. Fechou bem os espaços
Renato Sanches – Voltou a encher o campo, com personalidade, entrega e classe. Até desarmou Hulk a impor o físico. Marcou pontos na Europa.
Pizzi – Um primeiro remate à figura de Lodygin, mas foi bem marcado e acabou substituído.
Gaitán – Tentou assumir o jogo e proporcionou a defesa da noite a Lodygin. Marcou o livre para o golo de Jonas sobre o final. Boa exibição.
Mitroglou – Muito apagado, só se notou numa assistência para Gaitán atirar de pé direito ao lado.
Jiménez – Deu presença na área e esteve mais interventivo do que Mitroglou.
Carcela – Tentou agitar. Valeu pelo esforço.
Análise ao jogo Positivo: vontade do Benfica
Nem sempre com discernimento, mas sempre com muita entrega. Foi esta a fórmula aplicada pelo Benfica para ganhar a um Zenit que acabou varrido pela forma rápida e agressiva como a equipa da Luz reagiu quase sempre à perda da bola.
Negativo: ataque do Zenit
Os nomes do ataque do Zenit impunham respeito, mas não passaram de nomes. O ponta de lança Dzyuba passou despercebido, Hulk deu a ideia de querer, mas não poder arrancar como gosta e Shatov andou mais atrás de André Almeida que o contrário.
Arbitragem:italiano exemplar
Muito boa exibição de Gianluca Rocchi, nada sensível a patriotismos. Expulsou e bem o italiano Criscito, por segundo amarelo, em falta por trás sobre André Almeida. Hulk caiu na grande área, embrulhado com Eliseu, mas o lateral não fez penálti.
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