Benfica contesta nova lei contra violência no desporto: "Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação"

Águias alegam que esta foi "uma oportunidade perdida" e lamenta que contributos dados não fossem acolhidos na nova legislação.

23 de julho de 2019 às 18:14
Estádio da Luz em dia de jogo do Benfica
Estádio da Luz
Estádio da Luz Foto: CMTV

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A nova lei contra a violência do desporto recentemente aprovada pela Assembleia da República merece a contestação do Benfica, pois opõe-se à contestação obrigatória dos Grupos Organizados de Adeptos.

Os responsáveis benfiquistas alegam a inconstitucionalidade da lei, baseando-se no artigo 46 da constituição, onde está expresso que "ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação".

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Os responsáveis benfiquistas alegam que os dados que o clube dispõe dos elementos afetos aos No Name Boys e Diabos Vermelhos, por estes serem praticamente todos sócios e portadores de Red Pass, seria suficiente para apresentar às autoridades responsáveis pela segurança nos estádios.

Nuno Gaioso Ribeiro e João Costa Quinta, vices-presidentes do Benfica, consideram que a lei que irá entrar em vigor na época 2020/21 é insuficiente e que, por isso, irão procurar sensibilizar os órgãos de soberania destas lacunas, para que esta possa ser alterada.

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