Benfica contesta nova lei contra violência no desporto: "Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação"
Águias alegam que esta foi "uma oportunidade perdida" e lamenta que contributos dados não fossem acolhidos na nova legislação.
A nova lei contra a violência do desporto recentemente aprovada pela Assembleia da República merece a contestação do Benfica, pois opõe-se à contestação obrigatória dos Grupos Organizados de Adeptos.
Os responsáveis benfiquistas alegam a inconstitucionalidade da lei, baseando-se no artigo 46 da constituição, onde está expresso que "ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação".
Os responsáveis benfiquistas alegam que os dados que o clube dispõe dos elementos afetos aos No Name Boys e Diabos Vermelhos, por estes serem praticamente todos sócios e portadores de Red Pass, seria suficiente para apresentar às autoridades responsáveis pela segurança nos estádios.
Nuno Gaioso Ribeiro e João Costa Quinta, vices-presidentes do Benfica, consideram que a lei que irá entrar em vigor na época 2020/21 é insuficiente e que, por isso, irão procurar sensibilizar os órgãos de soberania destas lacunas, para que esta possa ser alterada.
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