FC Porto é campeão nacional com recorde de pontos. Sérgio Conceição admite sair

Era dia de festejar. Mas para Conceição a tarefa ainda não estava concluída. Queria superar a barreira dos 90 pontos e fazer História.

15 de maio de 2022 às 01:30
FC Porto, campeões, título Foto: Fabio Poço/Movephoto
Fernando Andrade, FC Porto Foto: Fabio Poço/Movephoto
FC Porto, Zaidu Foto: José Gageiro/Movephoto
Sérgio Conceição, festa, Porto campeão Foto: PEDRO NUNES/reuters

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Sérgio Conceição tinha este sábado encontro marcado com a História e não faltou. No dia da consagração do 30º título de campeão nacional, o FC Porto ganhou e superou a barreira dos 90 pontos (fez até mais um), feito inédito no futebol nacional.

O cenário estava montado. Estádio à pinha para saudar os campeões, num ambiente de festa em que tudo seria permitido. Mas Conceição, ainda assim, não facilitou. Fez jogar de início o melhor onze, com exceção do posto específico da baliza, pois só assim seria possível dar faixas aos outros dois guarda-redes do plantel para além de Diogo Costa e Marchesín (que terá consagração na final da Taça de Portugal). Cláudio Ramos foi o titular e perto do final Meixedo também jogou. Tudo como no roteiro de um filme com final feliz.

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A aposta no onze de gala mostrava a ambição de Conceição: deixar nova marca no clube e no futebol português. Ainda assim, a primeira parte foi enrolada, o que tendo em conta o ambiente de festividade se entende. Habilidades de Evanilson, bruaás para as intervenções de Zaidu, novo herói do dragão, e pouco mais. Foi precisamente dos pés do lateral nigeriano que nasceu o primeiro do FC Porto, mas já na segunda parte: um cruzamento assassino que Joãozinho, defesa do Estoril, emendou para a sua baliza. Não fosse ele e atrás estava Evanilson para o desvio.

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Depois de saltar a rolha, surgiu o melhor Porto do jogo. E uma versão mais aproximada do que foi a equipa durante a época. O 2-0 esteve iminente em vários lances, uns atrás dos outros. Mas a bola só haveria de voltar a entrar já perto do apito final, empurrada por Fernando Andrade, um dos quatro jogadores que ainda não tinham atuado na Liga nesta época. O outros foram Cláudio Ramos, Francisco Meixedo e Rúben Semedo. Final de tarde perfeito no Dragão. Depois, a festa prosseguiu.

Evanilson mexeu na dianteira

Cláudio Ramos –

João Mário – Sempre em alta pressão na direita.

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Mbemba – Jogo certinho a defender, tentou marcar.

Pepe – Um dos pilares do 30º título do clube. É o chefe.

Zaidu – Está com grande moral. Determinante a cruzar para o autogolo do 1-0.

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Grujic – Muito jogo defensivo, pouco ofensivo.

Vitinha – A dinâmica habitual a transportar jogo e a mudar as dinâmicas coletivas.

Otávio – O internacional luso fez uma série de cruzamentos com selo de golo.

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Pepê – Jogo regular do extremo brasileiro que vinha em crescendo de forma.

Taremi – Atirou ao poste e deu muito trabalho aos defensores da linha do Estoril.

Francisco Conceição – Excelente remate. Ativo.

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Fábio Vieira – Bons passes com o pé esquerdo. Tranquilo.

F. Andrade – Três minutos em campo e... golo.

Rúben Semedo – Campeão.

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F. Meixedo – Campeão.

Três campeões a jogar por fora

Três jogadores que saíram do FC Porto em janeiro também são campeões nacionais. São eles Luis Díaz (que foi para o Liverpool e este sábado ganhou a Taça de Inglaterra), Sérgio Oliveira (Roma) e Corona (Sevilha).

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Frases

Grujic

joão Mário

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Rúben Semedo

Mehdi Taremi

Cláudio Ramos

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Fernando Andrade

Francisco Meixedo

Fábio Cardoso

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Bruno Costa

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