Agressores de Alcochete foram "movidos por sentimentos de ódio"

Juiz Carlos Delca presidiu aos interrogatórios dos 23 suspeitos de agressões a jogadores e treinadores do Sporting.

23 de maio de 2018 às 20:33
Adeptos encapuzados atacaram Academia do Sporting, em Alcochete Foto: Vítor Mota
Adeptos encapuzados atacaram Academia do Sporting, em Alcochete Foto: Vítor Mota
Adeptos encapuzados atacaram Academia do Sporting, em Alcochete Foto: Vítor Mota
Adeptos encapuzados atacaram Academia do Sporting, em Alcochete Foto: Vítor Mota
Adeptos encapuzados atacaram Academia do Sporting, em Alcochete Foto: Vítor Mota
Adeptos encapuzados atacaram Academia do Sporting, em Alcochete Foto: Vítor Mota
Adeptos encapuzados atacaram Academia do Sporting, em Alcochete Foto: Vítor Mota
Adeptos encapuzados atacaram Academia do Sporting, em Alcochete Foto: CMTV
Adeptos de cara tapada invadiram Alcochete

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Segundo é possível ler no despacho, os arguidos agiram propositadamente com o objetivo de "manter os ofendidos dentro do balneário fechados, impossibilitados de figurem do local, privados da sua liberdade e vontade". Além disso, o juiz declarou que todos os arguidos agiram de forma livre, deliberada e conscientes de que a sua conduta é proibida e punível por lei. 

No despacho é revelado ainda que os factos são chocantes, tendo em conta a idade dos arguidos. O juiz confessou também nunca ter tido conhecimento de atos da mesma espécie, "praticados por adeptos de futebol para com atletas e jogadores do seu próprio clube".

O juiz Carlos Delca, que considera este comportamento "inaceitável" e "terrorista" tendo em conta a lei portuguesa, faz ainda referência aos "cromos da bola" que colecionávamos e "das fotos e jogadores que tínhamos", que promoviam a pedagogia e o desporto em si. 

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No despacho é revelado ainda que os factos são chocantes, tendo em conta a idade dos arguidos. O juiz confessou também nunca ter tido conhecimento de atos da mesma espécie, "praticados por adeptos de futebol para com atletas e jogadores do seu próprio clube".

O juiz Carlos Delca, que considera este comportamento "inaceitável" e "terrorista" tendo em conta a lei portuguesa, faz ainda referência aos "cromos da bola" que colecionávamos e "das fotos e jogadores que tínhamos", que promoviam a pedagogia e o desporto em si. 

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