Rui Borges responde com ironia a ataque do FC Porto

Técnico continua inspirado nas indiretas ao rival a dez dias do clássico da Taça de Portugal.

21 de fevereiro de 2026 às 01:30
Rui Borges Foto: Duarte Roriz
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Rui Borges voltou a apontar a mira ao FC Porto, que o tinha provocado através de um comunicado arrasador na passada terça-feira, no qual constou que “ao contrário do que sucedera nos Açores, desta vez o técnico aprendeu rápido e já se socorreu do tablet para defender a existência de uma ‘falta clara’ sobre Maxi Araújo [golo anulado ao Famalicão]”.

Sem mencionar as críticas de Frederico Varandas a André Villas-Boias, o técnico do Sporting utilizou a ironia para lançar a ofensiva ao rival, não sem antes fazer um pequeno enquadramento. “Cresci nos anos 80, a brincar na rua, com a minha mãe a chamar-me à varanda para ir comer a sopa às 21h30, sem tablets nem novas tecnologias. Com muito boa educação. Depois, se calhar o FC Porto tem razão... Em termos de tablets, imagens e tecnologias está à frente de todos os outros”, assumiu Rui Borges, numa clara indireta ao rival sobre o caso da ‘televisão bloqueada’ no balneário do árbitro Fábio Veríssimo no estádio do Dragão (imagens em loop, de lances polémicos, incluindo um golo anulado ao FC Porto no jogo com o Sp. Braga).

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O treinador do Sporting continuou inspirado nos ataques, sempre com o mesmo destinatário, nomeadamente para condenar as manobras no clássico do Dragão. “Parece que estamos a voltar ao século passado e não. Estamos em 2026”, assumiu o treinador do Sporting, alertando que “não se deve relativizar” as palavras dissimuladas no balneário, a atitude dos apanha-bolas, o roubo das toalhas a Rui Silva e a temperatura manipulada.

Fora de campo, o ambiente está crispado entre Sporting e FC Porto, que voltam a medir forças em Alvalade, no dia 3 de março, em jogo a contar para a primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal.

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