Selecionador alemão prescinde de Khedira para a Liga das Nações

Joachim Löw promoveu três estreias para o jogo com a campeã mundial França.

29 de agosto de 2018 às 14:56
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Joachim Löw, selecionador da Alemanha Foto: EPA

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O selecionador alemão de futebol, Joachim Löw, promoveu esta quarta-feira três estreias e deixou de fora o médio Sami Khedira para o jogo com a campeã mundial França, em 06 de setembro, para a Liga das Nações.

Depois de Mesut Özil, do Arsenal, ter renunciado após o Mundial2018, no qual a então campeã em título Alemanha teve um desempenho dececionante, o selecionador deu um sinal de que o ciclo de Khedira na seleção também terminou.

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Löw promoveu as estreias de Tilo Kehrer (Paris Saint-Germain), Kai Havertz (Bayer Leverkusen) e Nico Schulz (Hoffenheim), bem como o regresso de Leroy Sané (Manchester City), que, com alguma surpresa, não incluiu nos eleitos para o Mundial2018.

Em relação ao grupo dos mundialistas, o selecionador prescindiu do terceiro guarda-redes Kevin Trapp (Paris Saint-Germain), do lateral Marvin Plattenhardt (Hertha Berlim) e do médio Sebastian Rudy (emprestado ao Schalke 04 pelo Bayern Munique).

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Nos convocados de Joachim Löw mantêm-se sete campeões mundiais em 2014, com destaque para o guarda-redes do Bayern Munique Manuel Neuer, que mantém o estatuto de capitão.

Low negou ainda a existência de qualquer forma de racismo na seleção, antes ou durante o Mundial2018, contrariando o que Özil disse na altura em que renunciou à 'mannschaft'.

"Desde que estou com a federação alemã [em 2004 como treinador adjunto] nunca houve qualquer tipo de racismo na seleção. Os jogadores sempre se identificaram com os nossos valores", assegurou Löw.

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Özil, que durante anos foi um dos jogadores imprescindíveis de Löw, deixou a seleção após o Mundial2018, depois de uma violenta controvérsia em torno de uma fotografia tirada com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan.

Num comunicado de quatro páginas, no momento da sua renúncia à seleção, o jogador alemão de origem turca acusou o presidente da federação alemã, Reinhard Grindel, de "racismo".

Numa análise muito longa ao desempenho da Alemanha na Rússia, o selecionador admitiu que a controvérsia em torno dos jogadores de origem turca foi "subestimada", considerando que a polémica "retirou força" e "mexeu com os nervos".

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