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Benfica volta ao lucro com venda de Gonçalo Ramos

Mais-valia com a transação do avançado decisiva para águias compensarem prejuízo operacional e atingirem resultado positivo de 18 milhões euros.

01 de março de 2024 às 01:30

Só a venda de Gonçalo Ramos fez com que o Benfica fechasse o 1.º semestre da época com um lucro de 18 milhões de euros, naquele que é o primeiro resultado semestral positivo com Rui Costa na presidência.

A SAD encarnada teve uma ligeira subida na receita com publicidade, TV e bilhética, mas sem compensar a quebra de 9 milhões de euros nos prémios da UEFA (de 52,4 milhões de euros para 43,4 milhões de euros). Daí que os rendimentos operacionais tenham diminuído para 106,4 milhões de euros.

Com mais dinheiro gasto em fornecimentos e pessoal (62,4 milhões de euros em vez de 60 milhões de euros), a despesa corrente aumentou para os 110,8 milhões de euros. Daqui resulta um défice operacional de 4,4 milhões de euros, a que se junta o impacto negativo de 6,1 milhões de euros dos resultados financeiros.

Este buraco de 10,5 milhões de euros apenas foi compensado com os 28,5 milhões de euros da transação de jogadores. A venda bruta de jogadores rendeu pouco mais de 80 milhões de euros, mas depois de descontados os custos associados (como comissões, valor contabilístico e direitos de terceiros) e somada a parcela dos jogadores emprestados, o mercado de transferências rendeu 56,9 milhões de euros líquidos. A esse valor foram descontados os 28,4 milhões de euros da amortização dos passes dos jogadores do plantel.

Assim se chega ao lucro final de 18 milhões de euros, um terço dos 58,6 milhões de euros do Sporting e pouco mais de metade dos 35 milhões de euros do FC Porto em igual período.

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