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Correio da Manhã

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Bomba de Alex Telles trava crise no FC Porto

Depois de uma festa que abalou o grupo, Alex Telles trouxe um foguete ao Bessa. Festejo com meditação influenciou a paz da equipa.
Sérgio Pereira Cardoso 11 de Novembro de 2019 às 01:30
Alex Telles foi fulcral com o golo que decidiu o jogo de ontem
 Boavista - FC Porto
 Boavista - FC Porto
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Alex Telles foi fulcral com o golo que decidiu o jogo de ontem
 Boavista - FC Porto
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Alex Telles foi fulcral com o golo que decidiu o jogo de ontem
 Boavista - FC Porto
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Boavista - FC Porto
Na ressaca de uma festa que poderia ter tido consequências para todo o grupo, o FC Porto respondeu com uma bomba de Alex Telles, que trouxe a paz de espírito necessária e levou os dragões a controlarem um encontro que venceram com justiça. Agora sim, motivos para celebrar.

Com o grave corte na convocatória, fruto da noitada latina, Conceição voltou ao 4x4x2 e apresentou surpresas além do esperado. Loum fez parelha com Danilo no miolo, o regressado Marega teve companhia do menino Fábio Silva.
Com a bancada portista num autêntico inferno de apoio, e petardos à mistura, seria Alex Telles a dar continuidade à pirotecnia. Um foguete do lateral-esquerdo a parar nas redes de Bracali, logo aos 9 minutos, que teve o condão de trazer paz ao grupo portista - Telles chamou a equipa ao banco e ainda festejou em posição de meditação.

Estava resolvido o primeiro problema dos dragões - no jogo, entenda-se -, frente a um adversário desenhado em tática de três centrais. Mas o caso estava longe de estar fechado - prova disso, o facto de ter havido mais um par de oportunidades para cada lado na primeira metade. Fábio Silva falhou um remate (13’) e Marcano errou por pouco o alvo de cabeça (24’); do outro lado, Ricardo Costa desperdiçou à boca da baliza (27’) e Mbemba quase assinava um autogolo (29’). Descanso com vantagem portista.

Este fecho de parágrafo poderia antever um avançar boavisteiro no terreno, mas não foi bem isso que se passou. Numa fase de maior instabilidade, e com média de idades mais reduzida face ao habitual, o FC Porto tomou calmamente controlo do encontro, amarrando por completo o adversário, dominando a posse de bola, mesmo sem chegar a um eventual tranquilizador segundo golo.

Com Fábio Silva lutador e castigado pelas faltas e Loum a rei do meio-campo, ao dragão escasseavam apenas as oportunidades de golo, que - e essa sim, é uma nota habitual da equipa - vieram pela bola parada. Loum atira a rasar o poste, de cabeça, aos 71’, e dois minutos depois foi Marega a obrigar Bracali à defesa da noite.

Entraram Zé Luís e Nakajima, saíram Fábio Silva e Manafá. A toada manteve-se, com superioridade tranquila da turma de Sérgio. O avançado cabo-verdiano, isolado, perto dos 90’, atirou ao poste e o técnico dos dragões trancou as portas com Diogo Leite. Ponto final. Era tempo para a para festa, da boa, no reino do Dragão.

Sérgio Conceição ignora castigos
Eu falo dos jogadores que estavam aqui hoje, que é o mais importante. Não é o momento ideal para se falar disso." Foi assim que Sérgio Conceição respondeu quando questionado na flash-interview se confirmava os castigos disciplinares a Marchesín, Saravia, Uribe e Luis Díaz (mais informação nas páginas 6 e 7). Já na conferência de imprensa disse que "a instituição está acima de toda a gente. Só há uma pessoa que é mais importante: o presidente".

O treinador do FC Porto destacou que tem um "plantel que dá garantias". "Eu conto muito com todos, independentemente de terem 17 ou 35 anos. Para mim, conta o que fazem diariamente nos treinos e a partir desse profissionalismo e determinação, e daquilo que eu julgo que é o momento de cada jogador, escolho o melhor 11", acrescentou o técnico, que acentuou a confiança nos seus futebolistas: "Nós sabemos o grupo que temos".

"Jogo incerto até ao final"
"Fizemos uma grande primeira parte. O FC Porto só teve uma oportunidade e fez um golaço. Mesmo assim o jogo foi incerto até ao final", disse Lito Vidigal.
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