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Coates resgata leão

Péssima exibição leonina. Jogo acaba com ‘caldeirada’ após golo anulado ao Marítimo.

14 de maio de 2023 às 01:30

Com uma reviravolta consumada nos descontos e uma grande ‘caldeirada’ nos instantes finais, o Sporting ganhou com aflição ao Marítimo, num jogo que foi um péssimo ensaio para o dérbi, dentro de uma semana. A equipa verde-e-branca salvou os três pontos mas perdeu Adán, expulso por acumulação de cartões amarelos, para o jogo com o Benfica.

Ao intervalo, os assobios que se ouviram, vindos da bancada, para os jogadores do Sporting, pelos próprios adeptos, eram inteiramente merecidos. A equipa teve muita bola, na primeira metade, mas raramente soube o que fazer com ela. Uma evidência que teve o ponto mais alto (neste caso seria melhor dizer mais baixo) no deslize infantil de Coates que esteve na origem do golo do Marítimo, por Vítor Costa, aos 10 minutos.

O Sporting reagiu, sem a dinâmica necessária. Muita parra para nenhuma uva. Porque a equipa de Amorim dominava, mas não criava.

Na segunda parte, apesar das mexidas ao intervalo, houve mais do mesmo. Só nos instantes finais se viu um fogacho do Sporting, o que bastou para a reviravolta (autogolo e Coates). Que chegou a estar em dúvida após um lance de golo do Marítimo, nos instantes finais, que o VAR reverteu, evitando o naufrágio total do árbitro Tiago Martins, que teve noite para esquecer, culminada com a desautorização ao seu assistente, que viu (e assinalou) a infração.

PORMENORES

Falha dérbi com o Benfica em Alvalade

Árbitro "complicou"

De fora devido a lombalgia

POSITIVO

O sonho comanda a vida

Do mal o menos: o Sporting acreditou até ao fim e acabou premiado com três pontos que permitem continuar a sonhar com o terceiro lugar e a possibilidade de chegar à Champions.

NEGATIVO

Má exibição do Sporting

A equipa do Sporting jogou muito mal durante praticamente todo o jogo. Quase não criou oportunidades, abusou de cruzamentos inconsequentes e revelou falta de dinâmica de equipa.

ARBITRAGEM

Penálti ‘enorme’ por marcar

O penálti não visto sobre Edwards (34’) já era suficiente para manchar o trabalho do árbitro. O pior estava guardado para o fim, com a desautorização ao seu auxiliar que só o VAR emendou.

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