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Leão épico faz o milagre de milhões em Alvalade. Encontro marcado marcado com Gyokeres nos 'quartos'

O Sporting mostrou sempre que era possível ganhar esta eliminatória. E mereceu-o!

18 de março de 2026 às 01:30

Não tinham passado ainda dez minutos e já o Sporting desperdiçara quatro grandes oportunidades de golo. Trincão, por duas vezes, Suárez e Pedro Gonçalves falharam o almejado “golo cedo”.

Contra um Bodo/Glimt muito fechado, a defender com quase todos os jogadores no seu meio-campo, o Sporting só desbloqueou o resultado ao minuto 34. Gonçalo Inácio, de cabeça, deu a melhor sequência após um canto de Trincão.

A equipa norueguesa só respondeu perto do intervalo, também de canto, com Bjortuft a cabecear a bola que, caprichosamente, embateu duas vezes na barra da baliza de Rui Silva.

O milagre começou a formar-se aos sessenta minutos. Suárez aproveitou uma bola lançada com perfeição por Geny e, da mesma forma sublime, o colombiano ofereceu a Pedro Gonçalves um golo fácil.

Mesmo debaixo de chuva, Alvalade transformou-se num vulcão ao minuto 77 quando Suárez, de penálti, igualou a eliminatória.

O prolongamento foi já castigo pesado para a superioridade que o Sporting mostrou ao longo do tempo regulamentar.

No segundo minuto do tempo extra, nova jogada de insistência da equipa de Rui Borges deu origem ao quarto golo, por Maxi Araújo. Um justo prémio para um dos melhores em campo!

O golo de Rafael Nel, nos descontos do prolongamento, coroou uma exibição épica que leva a equipa aos quartos de final da Liga dos Campeões.

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