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Portugal brilha em serviços mínimos num teste sem final... Félix

No fecho de uma qualificação garantida, Portugal teve tudo para ganhar. Na segunda parte Martínez desligou a ficha.

19 de novembro de 2024 às 01:30

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José Gageiro/Movephoto
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Antonio Bronic/Reuters
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O guião parecia estar escrito para um final feliz. Primeira parte em grande estilo, golaço de João Félix, oportunidades para marcar mais, futebol solto, alegre, divertido. Mas na segunda metade, Portugal quase deitou tudo a perder, após quebra evidente de vários jogadores e, acima de tudo, de decisões inexplicáveis de Roberto Martínez, com trocas tardias e mal engendradas. Assim, o que podia, e devia, ter sido um teste muito positivo, num jogo que, para Portugal, era ‘a feijões’, pois o apuramento para os quartos de final da Liga das Nações estava garantido, acabou por se tornar num ‘match’ em clara perda. No tempo de descontos, a Croácia atirou ao ferro (pela terceira vez no jogo) e viu Dalot, em cima da linha, negar-lhe a vitória. O que fizeram os croatas para garantir esse ascendente? Pouco. Aumentaram a pressão no segundo tempo, mas acima de tudo agradeceram a forma como Portugal andou para trás, depois de ter o jogo na palma da mão.

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