Centenas de fãs vibram à chegada dos campeões do Mundo de futsal
Seleção nacional recebida em apoteose em Lisboa. Não faltaram tambores e cânticos de “campeões”.
E os jogadores não desiludiram os fãs e familiares que fizeram questão de estarem presentes neste momento histórico. Participaram na festa, na qual se destacaram Ricardinho, eleito o melhor jogador do mundial, e o jovem Zicky, uma das revelações da equipa portuguesa.“Ainda não estamos bem cientes da grandiosidade deste feito, não só para o futsal como para o desporto português. No autocarro ainda vínhamos siderados pelos festejos, tenho quase a certeza de que nenhum de nós tem a noção do feito que conseguimos”, disse esta segunda-feira João Matos, um dos capitães da equipa, já na Cidade do Futebol.O sportinguista, de 34 anos, não escondeu a satisfação por ter ganho o título que lhe faltava: “Ganhei tudo, mas vou lutar para os renovar e empenhar-me no próximo que aí vem”.Já Pany Varela, o autor dos dois golos portugueses na final , enalteceu o espírito do grupo. “Somos 17 grandes obreiros, mais o staff e o público. Foi fantástico. Todos entraram com o espírito de que podíamos ganhar e foi isso que nos levou a esta conquista. Tocámos no céu.”“Vou sempre com a ideia de fazer grande jogo, o golo é um extra. Qualquer um pode marcar, coube-me a mim, fico feliz. Na história fica que Portugal venceu, quem marcou golo é pouco relevante”, disse Varela.Também Bebé, guarda-redes de 38 anos, estava eufórico: “Acreditei sempre. Fui à luta e consegui participar nesta conquista de Portugal.” "Criatividade fez a diferença"
"Criatividade fez a diferença"
“Foi difícil mas consegui”“Foi muito difícil, mas quis fazer o meu último Mundial em condições e consegui. Parece que o homem lá em cima tinha alguma coisa guardada para nós”, disse Ricardinho, o ‘capitão’ da seleção nacional e eleito o melhor jogador da competição.
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