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Correio da Manhã

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Assistência recorde no 1º dia da Red Bull Air Race no Porto

Mais de 250 mil pessoas assistiram às primeiras exibições do evento.
Lusa 2 de Setembro de 2017 às 18:04
O primeiro dia da Red Bull Air Race
O primeiro dia da Red Bull Air Race
O primeiro dia da Red Bull Air Race
O primeiro dia da Red Bull Air Race
O primeiro dia da Red Bull Air Race
O primeiro dia da Red Bull Air Race
O primeiro dia da Red Bull Air Race
O primeiro dia da Red Bull Air Race
O primeiro dia da Red Bull Air Race
Um total de 250 mil pessoas assistiram este sábado no Porto à qualificação da Red Bull Air Race, prova de aviões acrobáticos, o que constitui um novo recorde num só dia de prova, anunciou a organização.

"Estão mais pessoas hoje no Porto a assistir à prova do que nos dois dias em algumas das anteriores etapas, o que é muito bom prenúncio", acrescentou a organização da prova, que entre este sábado e domingo terá aviões a competir a 370 quilómetros por hora entre as margens Douro no Porto e em Vila Nova de Gaia.

Depois de ter decorrido a qualificação da Challenger Class, competem esta tarde os pilotos da Master Class para definir o alinhamento para as finais que decorrerão no domingo.

No caso da segunda classe, a qualificação poderá deixar Kirby Chambliss mais perto de se sagrar campeão do mundo.

O recorde anterior de assistência no Porto é de um milhão de espetadores, alcançado em 2008, numa edição em que no primeiro dia acorreram às duas margens 200 mil pessoas, abaixo do número este sábado anunciado pela organização.

Durante a qualificação da Challenger Class, o piloto norte-americano Kevin Coleman rompeu um dos pórticos de 25 metros, que dois minutos depois estava novamente insuflado de ar.

Um dos barcos de assistência rapidamente avançou para o local e muito pouco tempo depois a estrutura estava novamente pronta e a qualificação pôde continuar.

Com 25 metros de altura, cada pórtico está dividido em nove secções unidas através de fechos de correr que, uma vez abertos, rapidamente permitem a sua substituição, revela o 'site' da prova, onde é possível conhecer também a evolução tecnológica da sua substituição ao longo dos anos.

Em 2003 substituir um destes obstáculos pelos quais os pilotos têm de passar no seu percurso na prova demorava 20 minutos, mas agora esse tempo é de 90 segundos.

Os pórticos são mantidos na vertical através da pressão do ar. Um equipamento controlado eletronicamente na parte inferior do pórtico cria uma pressão de ar positiva de modo a que este permaneça na posição vertical durante o tempo necessário.

Mas se o problema do pórtico ficou resolvido muito pouco tempo depois, a penalização de três segundos prevista no regulamento para Kevin Coleman causou-lhe um sério revés, fazendo com que tenha tido o pior registo da qualificação.

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