A casa do futuro
Vai ser possível pôr a roupa a lavar ou fazer o jantar à distância e sem premir um botão.
Já se imaginou sentado no sofá e ter um assistente virtual que lhe põe a roupa a lavar, o jantar a fazer ou o seu programa favorito na televisão? Não imagine mais, porque tudo isto já é possível. Aliás é a tendência da eletrónica de consumo.
É a chamada internet das coisas em que muitas das maiores marcas do Mundo estão a apostar fortemente. A ideia é que no futuro seja possível ter todos os equipamentos a falarem entre si, e, mais importante do que isso, a conhecerem os nossos hábitos e a aprender com eles. Foi este admirável mundo novo que o Falar Global foi convidado a ver no Innofest 2018 – o evento da LG que junta parceiros e jornalistas de todo o Mundo e no qual são apresentadas as últimas inovações da marca.
Evento em Cannes
Neste mundo novo, há também televisões gigantes maleáveis com dois milímetros de espessura, frigoríficos que nos deixam ver o seu interior sem abrirmos a porta e que sugerem a receita para os produtos armazenados. Todos estes aparelhos vão permitir controlar a casa à distância, seja para aumentar ou diminuir a temperatura do ar condicionado, seja para lavar roupa ou loiça ou para fazer o jantar. Tudo sem se tocar num botão.
SOCIEDADE BIT, por Reginaldo Rodrigues de Almeida
O Nosso Turismo
A capital portuguesa está na moda; Portugal está na moda, tudo frases repetidas vezes sem fim um pouco por todo o lado. Nascem como cogumelos os prémios de mérito desta e daquela praia, dos roteiros gastronómicos e paisagísticos, numa escala de referências que, por vezes, nem se sabe muito bem de onde chega… As atividades turísticas estão ao rubro, pelo menos até que uma fronda de tensão fundamentalista passe a impedir que tal aconteça.
Se até ao passado recente difícil era ‘vender’ Portugal, agora o mais complicado é manter o elevado leque de expectativas criado, em particular junto daqueles que, por experiência própria ou por conselho, têm Portugal por referência de lazer que vai além do clima ameno e da hospitalidade, isto é, a especialização dos segmentos turísticos (religioso, desportivo, náutico, médico e até funerário) criaram formas de procura próprias que têm de ser mantidas e, neste campo, o mundo da tecnologia pode continuar a dar uma grande colaboração e aportar novas dinâmicas, principalmente através de uma divulgação estruturada do que realmente é a alma lusitana, não tanto ao dizer que aqui existe aquilo que afinal os outros também têm. A singularidade no mundo globalizado será o maior dos trunfos.
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