Imagine que pode escrever no seu bloco de notas e que tudo o que escreveu aparece no ecrã do seu smartphone ou tablet. É isso que a empresa americana Luidia, na Califórnia, pretende fazer com a Equil Smartpen 2.
Uma caneta inteligente que escreve em qualquer folha de papel e transmite o que se apontou ou desenhou para um dispositivo móvel. Pode fazê-lo em tempo real ou passar as notas mais tarde para o aparelho que usa. Tem a particularidade de permitir escrever como uma caneta normal, com tinta, ou diretamente no ecrã do smartphone ou tablet. O texto que passa para o smartphone ou tablet é editável, para que possa corrigir ou acrescentar informação.
Também pode escolher se quer uma caneta para escrever ou para desenhar, já que a marca lançou duas versões. O sistema é composto por duas peças e funciona via Bluetooth. Trabalha com uma aplicação que pode ser instalada em iOS, Android e Windows. Permite partilhar apontamentos ou, se preferir, guardá-los na nuvem.
Esta caneta inteligente, que muitos consideram ser uma revolução, custa perto de 134 € e é a prova de que é possível ter o melhor dos dois mundos. Neste caso o melhor do digital e do tradicional.
ESCOLHA DA PRATELEIRA E DIGA 'GOSTO'
Ideia: aparelho aproveita conceito do facebook para produtos em loja
"Se alguma coisa agradar realmente ao consumidor, ao ponto de a comprar, é natural que queira deixar um ‘gosto’, tal como faz no Facebook". Foi com esta ideia que a empresa americana TLM Holdings justificou a criação da ‘Máquina de gostos’. Um dispositivo idealizado para ser posto nas prateleiras das lojas e que permite fazer ‘gosto’ aos produtos.
E agora vamos do hino ao bit...*
Os símbolos são essenciais nos processos de comunicação. Existindo símbolos universais, que facilitam o entendimento da mensagem, também existem os que procuram encriptá-la.
As faixas etárias mais avançadas na idade lembram-se, por exemplo, da bandeira ou do hino; porém, na atualidade, prolifera a forma abstrata de comunicar e/ou identificar ações, conceitos ou emoções usando símbolos que ganham universalidade e vão muito além dos códigos tradicionais ou matemáticos.
@, #, ?, são meros exemplos num mar de imagens onde também nada uma infinidade de emoticons, resultado da junção entre emoção e ícone (emotion e icon). Os símbolos desceram do pedestal e a dinâmica com que são criados e abolidos faz-nos pensar que a tecnologia os humanizou.
*Reginaldo Rodrigues de Almeida
Professor universitário e apresentador CMTV do programa Falar Global
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