Coreia do Norte: "As ameaças são para levar a sério"
Antigo embaixador no Iraque Francisco Falcão Machado analisa a crise provocada por Pyongyang
O embaixador Francisco Falcão Machado, colocado em Bagdad em 2005, dois anos depois do início da intervenção militar americana que levou à queda do regime de Saddam Hussein, acredita que não serão os EUA a dar o primeiro passo. Mas o clima de pré-guerra teve novo desenvolvimento com o lançamento do Hwasong-14O feito, segundo o Pentágono, desde uma fábrica de armas em Mupyong-ni. Na antena de televisão, foi Ri Chun-Hee que celebrou a notícia, depois de ter sido ela a chorar, em 1994, a morte do fundador da dinastia Kim Il-Sung e depois, em 2011, a de Kim Jong-il.
Quanto devemos levar em linha de conta as ameaças da Coreia do Norte?
Onde se joga a diplomacia neste xadrez? Quais os principais 'jogadores'?
Não há qualquer semelhança entre EUA/Coreia do Norte e os EUA/ /URSS do tempo da Guerra Fria?
Segundo fontes internacionais, a China tem financiado a Coreia do Norte. Porque é que Pequim deixou aparentemente de estar interessado nessa aliança, podendo colaborar nas sanções impostas pelos EUA?
Como é que acha que poderia ser uma intervenção militar e quem seriam os parceiros?
Há alguma hipótese de a Coreia do Norte e do seu poderio militar ser uma espécie de grande peça de teatro criada pelo regime ou a diplomacia já afastou essa hipótese?
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