O telefone esperto
Hoje o mundo não está necessariamente mais perigoso do que no século XX.
Fernanda Cachão
Editora da Correio DomingoHoje o mundo não está necessariamente mais perigoso do que no século XX.
Um ministro tem de conhecer a realidade e não ceder a histórias da carochinha.
Dá-nos verões quentes e secos e invernos moderados
Com este governo nunca tínhamos passado o Bojador.
Em sucessivos anos de estio, topónimos até então familiares desapareceram das notícias.
O Chega poderá ser vítima de autofagia, infligida pelo próprio líder.
Já a Kristin se tinha ido embora e ainda havia – e há – pessoas sem eletricidade.
Parece que retrocedemos - o extremismo em toda a parte, mesmo no país dos brandos costume.
A banalização da linguagem discriminatória abrange expressões preconceituosas baseadas em racismo, sexismo e homofobia.
Nesta edição voltamos à infância e à adolescência de vítimas.
O liberal e o almirante podem agradecer ao novo comentador.
Portanto, tudo o que é demais enjoa ou faz mal, tudo o que sabe muito bem pode em excesso fazer muito mal.
A pré-campanha fraquinha tornar-se numa campanha ‘Agora ou Nunca’ – nome daquele programa da RTP do célebre "ponha, ponha".
O fato-troféu de Maduro está à venda por mais de 200 "paus".
Há 17 minutos
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