O aumento dos crimes de ódio em Portugal e a radicalização de certos segmentos da sociedade, nomeadamente a banalização dos discursos discriminatórios, deveria preocupar-nos muito. A nós, todos, sociedade portuguesa, e devia igualmente preocupar muito o governo. Primeiro, o processo individual de afastamento das normas comunitárias, também a coberto das redes sociais, é hoje difundido como expressão de bravata e aceitação no grupo, particularmente entre as camadas etárias nascidas no final do século passado e posteriormente. Agora, a banalização da linguagem discriminatória abrange expressões preconceituosas baseadas em racismo, sexismo e homofobia. Para isso também contribui a falta de memória do passado ou o pouco interesse pela História – a não pelos clichés que também contribuem para o estado das coisas.
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