À medida que o tempo passa Lisboa vai ficando sem pastelarias, daquelas à antiga como por exemplo a Cister. Fundada em 1838, a confeitaria lisboeta conhecida pela sua marmelada e por ter como cliente Eça de Queiroz, fechou portas a 31 de dezembro do ano passado. Os motivos terão a sido aqueles que todos já sabemos – Eça que sabia os nossos defeitos saberia observar com elevação como agora proliferam como cogumelos estabelecimentos com bolos estrangeiros, que como sabemos são muito instagramáveis. É impossível contabilizar com exatidão o número total de bolos e doces na doçaria portuguesa, uma vez que a tradição é vasta, regional e com forte influência conventual, contando com centenas de variedades, mas ainda assim tivemos de pedir emprestado.
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