Não acredito que o novo ministro da Administração Interna venha mudar profundamente a política do governo para setores como, por exemplo, o da imigração, até porque seria em contraciclo com o que se passa no resto da Europa. Não temos um Sánchez em São Bento. Como sabemos foi Luís Neves que se manifestou publicamente sobre as famosas percepções sobre segurança, repondo o fato de que apesar das novas ameaças, Portugal é ainda um país seguro e sobretudo que não contribuem, fundamentalmente, os imigrantes para as estatísticas. Conhecer a realidade do país e não ceder a histórias da carochinha parecem-me qualidades fundamentais para um ministro. O ainda diretor geral da PJ, licenciado em direito, fez carreira na investigação criminal, especialmente nas áreas do terrorismo, criminalidade violenta e organizada e corrupção – não acho que conhecer esses dossiers o desqualifiquem até porque Neves-ministro terá pela frente a gestão do organigrama das polícias, a valorização das carreiras dos profissionais e o dossier muito importante da proteção civil. Se o verão repetir pelo menos o do último ano, com o país cheio de matéria orgânica de milhares de árvores arrasadas pelo Kristin, veremos logo se temos homem.
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Um ministro tem de conhecer a realidade e não ceder a histórias da carochinha.
Dá-nos verões quentes e secos e invernos moderados
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O Chega poderá ser vítima de autofagia, infligida pelo próprio líder.
Já a Kristin se tinha ido embora e ainda havia – e há – pessoas sem eletricidade.
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