Hoje é dia T. Trump disse que esta terça-feira vai arrasar as centrais elétricas e pontes do Irão, caso o estreito de Ormuz não reabra; – o que significará uma escalada no conflito que só 12 por cento dos americanos apoia. Enquanto o presidente olhava para o umbigo, a guerra que iniciou no Médio Oriente passou a ser um conflito de estratégia geopolítica. A guerra até pode ser assimétrica, mas é o Irão que está a condicionar a evolução dos acontecimentos com o bloqueio do estreito. Mesmo sem superioridade militar, os ataques a bases americanas e a países aliados daquela região têm sido eficazes. Há duas décadas que nenhum F15 era abatido... Enquanto Trump se afunda no atoleiro, o tabuleiro geopolítico reajusta-se e as peças mudam de lado para fazer face à psicopatia instalada na Casa Branca. Estamos a caminhar para uma crise maior do que a provocada pelos choques energéticos de 1974 e 1978; e observamos novamente o reajustamento e sobreposição de alianças e interesses (cenário que, historicamente, nem sempre teve bom resultado). Imprudente, Trump deu um tremendo tiro no pé. Só Napoleão quando resolveu invadir a Rússia se lhe compara.
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Imprudente, Trump deu um tremendo tiro no pé.
Parece que tentamos parar a enchente com as mãos.
Todos devem ter a possibilidade de aprender o mesmo.
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