Tem sido descoroçoante ver uma pré-campanha à presidência da República fraquinha tornar-se numa campanha ‘Agora ou Nunca’ – nome daquele concurso da RTP, que se perpetuou por causa da aflição do concorrente que berrava o célebre ‘ponha, ponha’. Aqueles concorrentes, tal como alguns destes candidatos a Belém, estavam dispostos aparentemente a tudo pelo prémio. Veja-se agora, por exemplo, como a historicamente circunspecta direita tem perdido o tino, a dançar, a fazer ioga, no caraoque, uns em competição com os outros, nem todos muito à-vontade, é certo, mas todos dispostos à forma mais bizarra que os possa distinguir do seu próprio gémeo. Ninguém, porém, ultrapassou o candidato que já foi líder da Iniciativa Liberal, que despiu o fato do circunspecto bem-falante que lhe conhecíamos pelo fato do populismo. Cotrim de Figueiredo fica para a história como o primeiro candidato à presidência da República a fazer o pino para mostrar as suas capacidades. Ena. Valha-lhe, ao menos, o facto de ter sido também o primeiro a esclarecer sobre quem apoia numa segunda volta, mas o “não excluo” André Ventura poderá custar-lhe mais votos que o número circense.
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A pré-campanha fraquinha tornar-se numa campanha ‘Agora ou Nunca’ – nome daquele programa da RTP do célebre "ponha, ponha".
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