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Artigo exclusivo

Falsos polícias

Os fenómenos de racismo e radicalização têm de ser prevenidos no recrutamento, na formação e na avaliação.

25 de janeiro de 2026 às 00:30

Dois polícias foram acusados de um rol de crimes que inclui abuso de poder, tortura, violação, ofensas à integridade física, falsificação, furto, roubo, violação de correspondência e detenção de arma proibida, na sequência de uma investigação desencadeada pela PSP. Os factos são de uma sordidez inimaginável. As vítimas são imigrantes e sem-abrigo indefesos, aos quais os delinquentes terão chegado a sodomizar com um bastão de polícia, agredido com violência e torturado, simulando uma crucifixão, obrigando a rezar e forçando a beijar os sapatos. As patifarias terão sido praticadas com deleite, filmadas e partilhadas em redes sociais com setenta pessoas. Sem prejuízo da presunção de inocência, estes factos gravíssimos, documentados por filmagens admissíveis como meio de prova, requerem uma ponderação séria e uma atuação firme. Está em causa a defesa da comunidade e, em especial, das pessoas mais vulneráveis, mas também de uma instituição centenária, servida por homens e mulheres honrados.

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