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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Artigo exclusivo

Há 70 anos: revolução anticomunista na Hungria

Insurreição popular foi esmagada pelos tanques soviéticos que provocaram milhares de mortos.

03 de maio de 2026 às 17:30

No rescaldo do Relatório Secreto de Kruchtchev ao XX Congresso do Partido Comunista da URSS, em fevereiro de 1956, denunciando os crimes de Estaline, a Hungria, como outras 'democracias populares' da Europa de Leste - isto é, satélites de Moscovo ocupados pelo Exército Vermelho a seguir à 2ª Guerra Mundial -, entrou em ebulição. O estalinista Mátyás Rákosi, chefe do governo e do partido comunista húngaros é substituído por outro 'duro', Ernö Gerö. Nas ruas de Budapeste sucedem-se as manifestações. A 23 de outubro de 1956, mais de 100 mil pessoas dirigem-se à praça onde se ergue a maior estátua de Estaline e deitam-na abaixo. De seguida, avançam para a sede da rádio nacional, onde são recebidas a tiro pela polícia política (AVH). Na noite de 23 para 24 de outubro dão-se os primeiros ataques aos tanques russos que percorrem a capital. A 24, Gerö entrega o governo ao antigo primeiro-ministro reformista Imre Nagy (ver texto em baixo). Na mesma altura, um obscuro burocrata, János Kádár (1912-1989), torna-se secretário-geral do partido único. Por toda a Hungria formam-se conselhos revolucionários anticomunistas. O governo decreta a lei marcial, à qual os revoltosos respondem com uma greve geral, incendeiam sedes do partido e massacram quantos agentes da polícia política conseguem apanhar.

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