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Panini, o fim de uma era: quem é o americano que vai ficar com os cromos?

Este ano será o último dos cromos de Cristiano Ronaldo e de Lionel Messi. O mundial de 2030, o último dos cromos da Panini. O negócio vai ficar no universo empresarial da Fanatics, de Michael Rubin. Vamos ter pedaços de camisolas para colecionar

31 de maio de 2026 às 17:30

Um dos cromos da Panini mais valiosos é do Mundial de 1986, de Diego Armando Maradona. A mítica caderneta, que várias gerações guardaram como um tesouro, tinha um total de 396 cromos, mas o alargamento do torneio de 32 para 48 seleções neste Mundial fixou o número em 980, multiplicando a ‘febre’ dos colecionadores. Ninguém sabe muito bem a razão – provavelmente não haverá apenas uma – para que, em tempo de Internet e de Inteligência Artificial, a diversão dos anos 70, em papel, continue popular. Talvez seja o facto de ser este, provavelmente, o último Mundial de Cristiano Ronaldo e de Lionel Messi – e só daqui por anos possamos saber se o título de cromo mais valioso de sempre da Panini continuará com o futebolista que deu reputação à expressão “a mão de Deus”.

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