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Artigo exclusivo

Versos que flutuam: As escolhas de Francisco José Viegas

A poesia do japonês Masaoka Shiki é uma bênção que devia comover-nos.

15 de dezembro de 2021 às 01:30

Depois de ‘O Eremita Viajante’, onde está reunida a obra completa do grande Matsuo Bashô (1644-1694), Joaquim M. Palma continuou o seu trabalho de divulgação da poesia japonesa centrada no ‘haiku’, com ‘Os Quatro Rostos do Mundo’, onde nos apresenta a obra de Yosa Buson (1716-1783), e com ‘Os Animais’, que reúne a poesia de Kobayashi Issa (1763-1827). É um trabalho muito meritório que a Assírio & Alvim tem vindo a publicar. Os prefácios de Joaquim M. Palma têm a medida certa, são precisos, cheios de boa informação, explicando o essencial sobre a vida de cada um dos poetas, assinalando a sua contribuição para o universo do ‘haiku’, esse pequeníssimo poema de três linhas e dezassete "sílabas" (5-7-5). Como conhecemos pouco, muito pouco da chamada poesia oriental – tanto japonesa como chinesa – o seu trabalho tem ainda mais importância.

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