Francisco José Viegas
EscritorVê-se o filme e ficamos com a certeza de que ler a ‘Odisseia’ é um momento único.
Não sei se o parlamento sabe do que fala, mas devia lembrar-se da reabertura da linha do Douro, que sempre é em linha plana.
Nunca perdeu aquele ar de praia, de travessia, namoro, e de certa amabilidade de esquerda. A ‘125 Azul’ continua a rolar como um emblema desse tempo.
Será que os pais também os acompanham à primeira entrevista de emprego, ao barbeiro, ao baile de finalistas ou à matrícula da universidade? Escusam de responder. Também vão.
Felizmente, o destino tinha entregue o título a Espanha, que quase reabilitou a beleza do futebol.
Na pressa digital do Ministério e zelo analógico das escolas, os alunos lixam-se.
Sem mais riqueza, o País não consegue libertar-se deste nó górdio de empobrecimento.
As políticas tornam-se mais eficazes se construídas com previsibilidade.
Tempos difíceis para a moderação. Faltam as palavras do meio, como tem dito Seguro.
O cenário mais grave para o Executivo seria que a maioria se desfizesse por dentro.
Era irresistível no seu charme de inglês alto e trôpego. O autocarro de dois andares.
"Numa empresa privada, os responsáveis pelo colapso dos exames seriam logo despedidos", Armando Esteves Pereira ontem, no CM.
No Bélgica-EUA, o futebol provou que é o desporto mais democrático do mundo.
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