São cerca de 1700 lugares, sítios, localidades, referências sobre a obra de Camilo Castelo Branco. Em termos académicos, trata-se de um “dicionário geográfico e toponímico” da obra do escritor – para um leitor, é um passeio por Portugal nas páginas de Camilo, desde o Trás-os-Montes de ‘Anátema’ e ‘O Esqueleto’, ao poderoso Minho das ‘Novelas’ e de ‘A Brasileira de Prazins’, à Lisboa de ‘A Queda dum Anjo’ ou, necesariamente, dos ‘Mistérios de Lisboa’ – ao Porto eterno de ‘O Que Fazem Mulheres’, de ‘Os Brilhantes do Brasileiro’ ou de ‘Coração, Cabeça e Estômago’. É infindável. Camilo viajou por todo o mundo nas suas páginas, redesenhou Portugal consoante a imaginação de um romancista impenitente e com um mapa na cabeça, cheio de episódios, evocações e personagens. Vem tudo num excelente ‘Corografia Sentimental’, de Nuno Resende (CCDR-Norte), um guia indispensável para o leitor de Camilo mas, sobretudo, para o passeante de Camilo, ou seja, aquele que leva os livros na mão enquanto saltarica de paisagem em paisagem.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.
As superpotências estão mais frágeis e os conflitos mais imprevisíveis.
Todos estão insatisfeitos, preocupados, escandalizados ou em torpor profundo.
Na literatura, por exemplo, é muito raro encontrar novos autores que não estejam marcados pelo ferrete da vitimização e da queixinha.
Retratista único, Goya é um dos génios de Espanha e da Europa.
Trump, afinal, pode ser contrariado. O seu poder tem limites.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos