São cerca de 1700 lugares, sítios, localidades, referências sobre a obra de Camilo Castelo Branco. Em termos académicos, trata-se de um “dicionário geográfico e toponímico” da obra do escritor – para um leitor, é um passeio por Portugal nas páginas de Camilo, desde o Trás-os-Montes de ‘Anátema’ e ‘O Esqueleto’, ao poderoso Minho das ‘Novelas’ e de ‘A Brasileira de Prazins’, à Lisboa de ‘A Queda dum Anjo’ ou, necesariamente, dos ‘Mistérios de Lisboa’ – ao Porto eterno de ‘O Que Fazem Mulheres’, de ‘Os Brilhantes do Brasileiro’ ou de ‘Coração, Cabeça e Estômago’. É infindável. Camilo viajou por todo o mundo nas suas páginas, redesenhou Portugal consoante a imaginação de um romancista impenitente e com um mapa na cabeça, cheio de episódios, evocações e personagens. Vem tudo num excelente ‘Corografia Sentimental’, de Nuno Resende (CCDR-Norte), um guia indispensável para o leitor de Camilo mas, sobretudo, para o passeante de Camilo, ou seja, aquele que leva os livros na mão enquanto saltarica de paisagem em paisagem.
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Camilo viajou por todo o mundo nas suas páginas, redesenhou Portugal consoante a imaginação de um romancista impenitente e com um mapa na cabeça, cheio de episódios, evocações e personagens.
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