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Ética não pode ser arma apontada contra uns e aguardada sobre outros.
Francisco José Viegas
EscritorÉtica não pode ser arma apontada contra uns e aguardada sobre outros.
As florestas que ardem são obra dos homens que podem escolher outro planeamento.
É inaceitável que, ano a ano, se repitam os mesmos erros [no combate aos fogos].
Em Portugal as coisas demoram.
Vê-se o filme e ficamos com a certeza de que ler a ‘Odisseia’ é um momento único.
Não sei se o parlamento sabe do que fala, mas devia lembrar-se da reabertura da linha do Douro, que sempre é em linha plana.
Nunca perdeu aquele ar de praia, de travessia, namoro, e de certa amabilidade de esquerda. A ‘125 Azul’ continua a rolar como um emblema desse tempo.
Será que os pais também os acompanham à primeira entrevista de emprego, ao barbeiro, ao baile de finalistas ou à matrícula da universidade? Escusam de responder. Também vão.
Felizmente, o destino tinha entregue o título a Espanha, que quase reabilitou a beleza do futebol.
Na pressa digital do Ministério e zelo analógico das escolas, os alunos lixam-se.
Sem mais riqueza, o País não consegue libertar-se deste nó górdio de empobrecimento.
As políticas tornam-se mais eficazes se construídas com previsibilidade.
Tempos difíceis para a moderação. Faltam as palavras do meio, como tem dito Seguro.
Há 3 horas
Há 3 horas
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