As nossas velhas notas da rainha Santa Isabel, de Camilo, de Santo António ou de Gago Coutinho, para não falar da de Vicente Sanches ou de D. Maria, eram todas mais bonitas do que as atuais de euro, hediondas. Nem todos os países podem ter belas notas de banco como algumas da Suíça, Nova Zelândia, Guatemala, Canadá ou México, Bolívia ou Hong Kong. Há dias, o banco de Inglaterra anunciou que poderia retirar as notas onde apareciam Shakespeare, Churchill, William Turner, Alan Turing ou Jane Austen. O argumento é o de “as pessoas” preferirem “imagens da Natureza”, mas é óbvio que há uma limpeza das figuras históricas – e do que elas representam segundo os progressistas de hoje. Em vez de nomes da história, da literatura, da ciência ou da pintura, haverá simpáticos esquilos, cavalas, ratos, corujas ou veados. Nada contra os texugos ou a truta e o assunto é no Reino Unido. É apenas um sinal do expurgo e da depuração em curso. A história incomoda – é feita de génio e erro, coragem e dúvida. Melhor uma abóbora, de facto.
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