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Francisco José Viegas

Francisco José Viegas

Escritor

Blog

12 de maio de 2026 às 00:30

A história das palavras merece mais atenção – sobretudo a forma como algumas delas invadiram o dia-a-dia e se transformaram em tudo o que quisermos. Por que é que isto aconteceu? Principalmente, porque elas não significam nada. Vejamos “resiliência”, por exemplo – uma palavra usada por tudo e por nada, exceto o sentido original (sim, “resiliência” não significa “resistência”). Depois, há “ativista”, que em boa verdade não se sabe o que significa – e que tanto pode ser “participante em manifestações”, como “voluntário de uma causa”, “agitador profissional” ou pessoa que assina “petições online”. Há um enlevo exagerado em relação aos “ativistas”. E há a palavra “tóxico”, que significava uma coisa há anos e que hoje é, sobretudo, uma coisa ou entidade de que não gostamos, desde a “masculinidade” até aos fundos bancários ou fiduciários – ou às palavras utilizadas e que podem irritar-nos, o chamado “discurso tóxico”. Esta coluna, por exemplo, é vista como “tóxica” por certos “ativistas”. Não diz as coisas da moda.

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